10 novos Patrimônios Mundiais da UNESCO para você visitar
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10 novos Patrimônios Mundiais da UNESCO para você visitar

amandanoventa

25 Agosto 2016 | 08h46

No mês passado, a UNESCO divulgou sua lista anual de lugares considerados valiosos para a humanidade. Traduzindo para o mundo das viagens, aqueles que valem a pena você visitar.


São 21 lugares, incluindo a Lagoa da Pampulha em Belo Horizonte. Mas separei dez deles que considerei mais interessante para postar aqui. A lista completa, você vê no site oficial da UNESCO.

1.Sítio Antequera Dolmens na Espanha

Localizado no coração da Andalusia no sul da Espanha, o sítio possui três monumentos megalíticos e dois monumentos naturais. Construído no período Neolítico, os três túmulos enterrados são uma das mais notáveis obras arquitetônicas da pré-história Europeia.

Foto: Javier Pérez González

Foto: Javier Pérez González

2. Estaleiro da Antígua e sítios arqueológicos relacionados – Antígua e Barbuda

O lugar é composto por um grupo de estruturas navais no estilo georgiano dentro de muralhas. A construção do estaleiro pela marinha britânica não teria sido possível sem o trabalho de gerações de africanos escravizados desde o século 18. O objetivo era proteger os interesses dos plantadores de cana de açúcar num momento em que potências europeias estavam competindo pelo controle do Caribe Oriental.

Foto: Nicola & Reg Murphy

Foto: Nicola & Reg Murphy

3. Sítio Arqueológico de Ani na Turquia

O sítio está localizado num planalto do nordeste da Turquia com vista para uma ravina que forma uma fronteira natural com a Armênia. O lugar apresenta uma visão abrangente da evolução da arquitetura medieval através de exemplos de quase todas as diferentes inovações arquitetônicas da região entre o século 7 e 13 d.C.

Foto: Fahrieye Bayran

Foto: Fahrieye Bayran

4. Sítio Arqueológico de Nalanda Mahavihara (Universidade de Nalanda) na Índia

O sítio de Nalanda fica no estado de Bihar e compreende os restos arqueológicos de uma instituição monástica e escolástica do terceiro século a.C. Ele inclui santuários, viharas (edifícios residenciais e educacionais) e obras de arte importantes. Nalanda se destaca como a universidade mais antiga do subcontinente indiano.

Foto: Rajneesh Raj

Foto: Rajneesh Raj

5. Mistaken Point no Canadá

Localizado no sudeste da ilha de Newfoundland no leste do Canadá, consiste em 17km de comprimento de faixa estreita de falésias costeiras. De origem marinha profunda, estes fósseis têm entre 580 a 560 milhões de anos, representando os mais antigos conjuntos de fósseis existentes. Eles mostram um divisor de águas na história da vida da Terra: o aparecimento de grandes organismos, biologicamente complexos, depois de quase três bilhões de anos de evolução dominada por microorganismos.

Foto: Barret & Mackay Photography

Foto: Barret & Mackay Photography

6. Arquipélago de Revillagigedo no México

Localizado no Oceano Pacífico, este arquipélago é formado por quatro ilhas remotas e suas águas circundantes: San Benedicto, Socorro, Roca Partida e Clarion. Este arquipélago é parte de uma cadeia de montanhas submersas com as quatro ilhas representando os picos de vulcões emergentes acima do nível do mar. As ilhas oferecem habitat para uma variedade de vida selvagem e têm grande importância para as aves marinhas. As águas que cercam o arquipélago são repletas de golfinhos, tubarões, baleias e peixes.

Foto: Erick Higuera

Foto: Erick Higuera

7. Complexo de cavernas Gorham no Reino Unido

As falésias no lado oriental do Rochedo de Gibraltar contém quatro cavernas com depósitos arqueológicos e paleontológicos que fornecem evidências de ocupação neandertal ao longo de um período de mais de 100.000 anos. A investigação científica neste local já contribuiu substancialmente sobre a discussão neandertal e a evolução humana.

Foto: Clive Finlayson, Gibraltar Museum

Foto: Clive Finlayson, Gibraltar Museum

8. Sítio Arqueológico de Filipe na Grécia

Os restos da cidade ficam no sopé de uma acrópole no Nordeste da Grécia, na antiga rota que liga Europa e Ásia, a via Egnatia. Fundada em 356 a.C. pelo macedônio rei Filipe II, a cidade desenvolveu-se como uma “pequena Roma” com o estabelecimento do Império Romano nas décadas seguintes seguido pela batalha de Filipos, em 42 a.C. Mais tarde a cidade tornou-se um centro de fé cristã e os restos de sua basílica são um testemunho do rápido estabelecimento do cristianismo.

Foto: © Hellenic Ministry of Culture and Sports

Foto: © Hellenic Ministry of Culture and Sports

9. O trabalho do arquiteto Le Corbusier, uma grande contribuição para o movimento modernista 

São dezessete pontos escolhidos em sete países a partir da obra de Le Corbusier: o complexo du Capitole em Chandigarh (Índia), o Museu Nacional de Arte Ocidental em Tóquio (Japão), a casa do Dr. Curucthet em La Plata na Argentina, e a unidade de habitação em Marselha (França). Todos são um testemunho da invenção de uma nova linguagem arquitetônica que fez uma ruptura com o passado. Refletem soluções arquitetônicas que o movimento modernista procurou aplicar durante o século 20 para responder às necessidades da sociedade. Estas obras-primas também atestam a internacionalização da prática arquitetônica em todo o planeta.

Foto: Paul Koslowsky

Foto: Paul Koslowsky

10. O Qanat persa no Irã

Nas regiões áridas do Irã, assentamentos agrícolas e permanentes são suportados pelo sistema antigo chamado qanat – aquíferos aluviais nas cabeceiras dos vales que conduzem a água ao longo de túneis subterrâneos por gravidade, muitas vezes por quilômetros. O sistema de gestão tradicional de água ainda permite a partilha da água e distribuição sustentável. Os qnats são grandes representantes das tradições de civilizações que vivem em áreas de deserto com um clima árido.

Foto: S.H. Rashedi

Foto: S.H. Rashedi

 

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