2- Mendoza
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2- Mendoza

Adriana Moreira

17 Dezembro 2013 | 04h10

Delírio gastronômico e líquido

Chefs premiados e gastronomia de primeira – Foto: Mônica Nobrega/Estadão

A província argentina que é símbolo da produção de vinhos no país só tem olhos para os brasileiros. Basta dizer que o Ministro do Turismo de Mendoza, Javier Espina, em visita recente ao Brasil destacou o empenho em conseguir um voo direto que ligue sua cidade a São Paulo sem a necessidade de passar por Buenos Aires, como ocorre hoje. “Isso transformaria Mendoza em ótimo destino para viagens curtas”, disse.


Com ou sem voo direto (que não tem previsão concreta de estrear), o fato é que Mendoza é um destino gastronômico com ótimo custo-benefício. São 600 os restaurantes na província (na foto, o Cordillera), dos quais 45 são casas de referência e formam um polo gastronômico. Chefs premiados há em bom número: Nadia Haron, do restaurante Urban, na vinícola O.Fournier (onde brasileiros são metade dos 10 mil visitantes anuais), foi eleita pela Academia Argentina de Gastronomia a melhor chef do país em 2012. Mun Kim, do restaurante da bodega Casarena, é apontado pela imprensa local também como um dos melhores do país. Em casas desse nível, gasta-se em torno de R$ 150 por pessoa, com vinhos.

Por falar nos vinhos, são 120 as bodegas abertas ao turismo e incontáveis rótulos deliciosos. Quanto à hotelaria, é possível encontrar hospedagem para duas pessoas em cinco-estrelas por algo como R$ 250. / MÔNICA NOBREGA

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