Bons motivos extra-campo para passear pelo Sul
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Bons motivos extra-campo para passear pelo Sul

Felipe Mortara

31 Dezembro 2013 | 04h55

Visão geral desde o mezanino, no Mercado Publico de Porto Alegre. Foto: Felipe Mortara/Estadão

PORTO ALEGRE -Nas dicas de Cris Berger, jornalista e fotógrafa

Cris Berger deixou Porto Alegre, sua cidade natal, para morar em São Paulo há um ano. Mas não perdeu a conexão com a capital gaúcha: há apenas um mês, lançou o livro 101 Lugares para se Conhecer em Porto Alegre. Para ela, ao menos um dia deve ser dedicado ao centro. Ali, a dica é almoçar no Mercado Público (foto). “Um dos restaurantes de lá, o Gambrinos, tem peixes e frutos do mar maravilhosos.”

Moinhos. Segundo Cris Berger, o bairro está entre os mais interessantes da cidade. A ideia é partir para o Parcão, um dos parques mais queridos. “Todo mundo vai lá tomar chimarrão, curtir o movimento, relaxar.” Na hora em que a fome bater, ela recomenda o Chicafundó, “Um restaurante fofo, pequenino, bem decorado”. Faça reserva.


Redenção. “As domingos, a Feira da Redenção é muito bacana”, recomenda. Fica perto do Parque Farroupilha – você pode alugar uma bicicleta no sistema de compartilhamento para passear pela região. Para tomar uma cervejinha, o endereço é o Bar Ocidente. / A.M.

 

Jardim Botânico, um dos visuais clássicos de Curitiba. Foto: Washington Cesar Takeuchi

CURITIBA – Pelas imagens de Washington Cesar Takeuchi, blogueiro e fotógrafo

Engenheiro de profissão, o pé vermelho

conhece cada pedacinho da capital paranaense. Há cinco anos mantém o blog www.circulandoporcuritiba.com.br, onde posta ao menos uma imagem por dia – já tem mais de 5 mil publicadas –, dá dicas e compartilha impressões. “Faça chuva, faça sol, na saúde ou na doença”, brinca Takeuchi, cuja página já ultrapassou 1,2 milhão de visualizações. Para ele, um bom começo é investir no centro histórico e na feira de artesanato. “Para ser completo, esse roteiro deve ser realizado aos domingos, pois é neste dia que a feirinha do Largo (da Ordem) acontece”, registra. “O largo tem esse nome porque abriga a Igreja da Ordem, de 1737, a mais antiga de Curitiba, onde funciona um belo Museu de Arte Sacra.” De lá, a ideia é seguir até o Teatro Universitário de Curitiba (TUC). “Ali, todo domingo o palco é livre para violeiros.”

Batel Soho. “Aos sábados há uma intensa programação cultural na Praça da Espanha, no bairro do Batel”, indica. “Para chegar lá, sugiro uma bela caminhada a partir da Boca Maldita, na Avenida Luiz Xavier, a menor do mundo com apenas 50 metros, onde senhores se reúnem para falar bem e mal de todo mundo”, diz. “Atravesse a Praça Osório até a Rua Comendador Araújo, cheia de casarios históricos. No cruzamento com a Rua Coronel Dulcídio, vire à direita.”

Linha Turismo. “Funciona muito bem, de terça a domingo, das 9h às 17h30. Passa por 25 pontos turísticos e custa R$ 29 com direito a quatro reembarques”, informa. “Desembarque em Santa Felicidade e almoce no Velho Madalosso, não no Novo”, diz. “Nas outras paradas, aproveite para conhecer o Jardim Botânico, o Museu Oscar Niemeyer e o Bosque Alemão (foto).” / F.V.