Comer & Beber
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Comer & Beber

Adriana Moreira

24 Dezembro 2013 | 03h40

SIMPLESMENTE FAMOSO – Foi parar na tela do cinema, mas continua boteco

 

Bar da Neuzão – Foto: Allan Nascimento/Estadão

Um lugar de refeições simples e que (quase) não fecha. É assim o Bar da Neuzão, no Pelô. Feijoada, caruru ou frango, entre outros pratos, estão no cardápio, a R$ 23 o quilo. Cachaça artesanal, caldinhos e outros aperitivos também compõem o enredo. Tudo num lugar com poucos turistas, para quem quer conhecer e conversar com os moradores da região, ouvir histórias da cidade. Neuzão, aliás, é uma personagem do filme Ó Paí Ó (2007), de Monique Gadenberg. O bar foi utilizado como set e ficou conhecido pelo nome da personagem. Fica na esquina da Rua J.J. Seabra com a Baixa do Sapateiro, n.º 20, e só fecha das 18h30 de segunda às 8h30 de terça-feira. / ALLAN NASCIMENTO


Café artístico

A Rua do Carmo é imperdível para quem perambula pelo centro histórico. A viela, bem ao lado do Pelô, ganhou nos últimos tempos restaurantes, ateliês, galerias. Um deles é o Cafélier, comandado pelo artista plástico Paulo Vaz, que recebe os clientes com um sorriso no rosto. No menu, uma boa variedade de sanduíches, 17 opções quentes e frias de café – a que tem o nome da casa leva expresso, licor de chocolate, conhaque e cobertura de chantilly (R$ 10). E, da sacada, uma bela vista para a Baía de Todos os Santos. Fica na Rua do Carmo, 50, e abre das 14h30 às 21h30. / MARCELO OSAKABE

 

Cafélier – Foto: Marcelo Osakabe/Estadão

 

TRADIÇÃO EM BARRIS – Cachaças especiais e um álibi perfeito

Há 25 anos, os barris de carvalho e bálsamo que revestem parte das paredes de O Cravinho preservam a bebida mais tradicional desse bar no Pelô. São, ao todo, cerca de 30 variações de cachaça. A dose custa, em média, R$ 2,50. Impera o clima de boteco, com porções de camarão encapotado (R$ 13,90) e de moela cozida com farofa ou fatias de pão (R$ 14,90). Abre diariamente, das 11 às 23 horas. Praça 15 de Novembro, 3, Terreiro de Jesus, tel.: (71) 3322-6759; ocravinho.com.br. / MATEUS ANDRIGHETTO TAMIOZZO

Barzinho porreta

O Habeas Copus fica a dois minutos do Farol da Barra. Fundado em 1976 por um grupo de universitários, tem mesas na calçada e música ambiente. “Somos um ‘gastrobar’. Não temos a formalidade de um restaurante”, diz o dono Sérgio Bezerra. As especialidades são o chope cremoso geladíssimo acompanhado de carne fumeira (porco defumado) acebolada com farofa d’água (R$ 22,40). Fica na Rua Marques de Leão, 172, Barra, tel.: (71) 3264-9771. Abre de terça a domingo, das 10 horas ao último cliente. / JULIA AFFONSO

Habeas Copos – Foto: Júlia Affonso/Estadão

NA PASSARELA – Ao sabor da maré

O circuito mais importante e disputado do carnaval de Salvador, o famoso Barra-Ondina, reúne anualmente milhões de foliões que correm atrás dos trios elétricos estrelados por artistas como Ivete Sangalo, Cláudia Leitte, Asa de Águia e tantos outros grupos. O que pode, no entanto, passar despercebido dos turistas quando seguem pela Avenida Oceânica é o restaurante Barravento. O local é uma ótima dica para acompanhar o pôr do sol do Farol da Barra, um dos cartões postais da cidade. Há opções de pratos que incluem desde saladas, carnes e lanches a porções mais refinadas de frutos do mar, cujos preços variam de R$ 7,50 a – acredite – R$ 390. Segundo a direção da casa, os mais pedidos são a mariscada, por R$ 115, e o festival de frutos do mar, por R$ 126, ambas servem duas pessoas. Funciona todos os dias, das 10 horas à meia-noite. Fica na Avenida Oceânica, 814, tel.: (71) 3245-5916; restaurantebarravento.com.br. / BRUNA ALMEIDA

Sorvete – Desde 1930, a sorveteria A Cubana refresca quem visita o Elevador Lacerda. São cerca de 40 sabores, como cajá, graviola, banana caramelada, mangaba e umbu. Uma bola sai a R$ 4 e duas, a R$ 6 – acréscimo de R$ 0,60 na casquinha

Mais conteúdo sobre:

BahiaSalvadorBahiaSalvador