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DA SÉRIE: Por que você deve ir para…as pradarias de Gobi

Tania Valeria Gomes

25 Março 2009 | 19h15

Well: because they are lovely,my friends. Essa região, no limiar do colorido deserto de Gobi, na Mongólia, é ideal para se atravessar a cavalo. É possível ir a pé, of course, mas quem o fizer vai adquirir, for sure, doloridas bolhas nos pés. Besides, montar em um cavalo mongol é sentir-se parte do poderoso exército de Gengis Khan. E, mais que isso, ter a oportunidade de fazer contato com um dos povos mais hospitaleiros do mundo. Durante a jornada, fellows, irão surgir curiosas cabanas redondas, à semelhança dos iglús. Não se confundam: são os gers, as casas dessa população nômade como os beduínos do Saara. Viajantes são sempre bem-vindos em um ger. Basta que sigam algumas normas da etiqueta local. Primeiro, a saudação aos presentes, não importa em que idioma for. Assim que entrar na cabana, contudo, é imperioso sentar-se. Se nós, ocidentais, demonstramos respeito permanecendo de pé, para eles o ato de por-se à vontade em suas casas é que tem esse significado. Mas não ponha uma perna sobre a outra, que é sinal de menosprezo. Cumprida essa simples liturgia, my friends, o ato seguinte será um sorriso amistoso e, probably um prato de byaslag, o curioso queijo de cabra local. Quando lhe servirem a vodka feita em casa, tenha cuidado. Se ela chamar-se arz, será fraquinha; se for harz, o teor alcoólico aumentará. Porém se alguém mencionar a palavra horz, beba com moderação. Ou prepare-se para alguns dias de ressaca.