Em manutenção
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Em manutenção

Bruna Tiussu

17 Junho 2011 | 20h20

Bruna Tiussu

Paredes branquinhas, portas e janelas ora envernizadas, ora coloridas: vale verde, azul, vermelho, amarelo… As mais digamos, enfeitadas, ainda contam com belas arandelas (lamparinas, talvez) que dão charme extra à noite e ajudam os visitantes a caminhar com mais segurança pelas ruas de pedra do centro histórico de Paraty.

Este cenário extraordinário que nos leva de volta à época do Brasil colonial depende de muito trabalho e esforço. Se reparar bem, é como se a cidade estivesse em constante manutenção. Para resistirem assim, limpinhas e com colorido bonito, as fachadas pedem uma mão de tinta a cada três meses. Basta uma caminhada rápida pela cidade para se deparar com um pintor lá no alto da escada mostrando serviço; outro dando um reforço no verniz das janelas; ou até reescrevendo a placa de “bem-vindo” da lojinha.


Fachadas exigem reparos a cada três meses. Fotos: Bruna Tiussu/AE

Uma mãozinha de tinta para manter o colorido

Acha que é simples manter organizadas e belas as mais rústicas ruelas de pedras? Elas também recebem cuidados de nobreza quase que diários. São limpas e readaptadas em seus devidos lugares quando se soltam por algum motivo. Com um trabalho manual e detalhado, funcionários retiram as plantinhas que por ali insistem em nascer e também eventuais sujeiras. Tudo para manter cada pedra em seu devido lugar. E o centro histórico preservado ao seu nível máximo.

Em Paraty, as pedras têm cuidados diários