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NÃO HÁ MAIS AEROMOÇAS COMO ANTIGAMENTE…

Tania Valeria Gomes

28 Abril 2009 | 17h55

Mr. Miles, sou um viajante assíduo e observo que, a cada dia, as aeromoças se tornam mais azedas com os passageiros. Ao contrário das doces e gentis senhoritas de outrora (tanto que a profissão era considerada mitológica para as moças e uma fantasia para os homens) hoje muitas delas não passam de matronas que, com rudeza, tratam passageiros como pedintes, mesmo que, em alguns casos, sejam passageiros de classe executiva ou primeira classe. O senhor já notou isso? Por que essa mudança tão desagradável?
Ramiro da Cunha, Rio de Janeiro, RJ

Well, Ramiro, ainda sobraram algumas agradáveis exceções a essa regra que, indeed, se estabeleceu nos nossos céus cada vez mais poluídos. Comemore quando encontrá-las. Quanto às comissárias adeptas ao azedume, my friend, trate-as com o carinho de que puder dispor. Suponho que elas vivem no ar, porque não há na terra quem as suporte. Don’t you agree?