Um mês: Oceania
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Um mês: Oceania

Fabio Vendrame

20 Maio 2014 | 03h30

OCEANIA

Basta dizer que, em território, a Austrália tem quase o mesmo tamanho do Brasil, e que os voos até lá duram mais de 20 horas sem considerar o tempo nos aeroportos de conexão para entender porque quanto mais tempo você puder ficar lá pela Oceania, melhor. Não vai faltar o que fazer, até porque há outros destinos cobiçados pelo continente, como a Nova Zelândia e Fiji. Dependendo das expectativas para as férias, talvez seja o caso de dividir o tempo.

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Austrália
Sydney é a porta de entrada e o cartão-postal urbano da Austrália, com atrativos para cinco dias inteiros. Da famosa Ópera House às praias Manly Beach e Bondi Beach, a cidade tem um quê de Rio de Janeiro. Ao sul, Melbourne se destaca pela vida cultural intensa, boemia, gastronomia caprichada e a região vinícola do Estado de Victoria.

Em direção ao norte da Austrália, Byron Bay é point de surfistas e tem um clima descontraído, mas com opções sofisticadas. E Cairns é o ponto de partida para mergulhar em um dos pontos mais cobiçados do planeta, a Grande Barreira de Corais – seja com cilindro ou um prosaico conjunto de máscara e snorkel.

Outro dos grandes atrativos está em direção ao centro do país: o Outback, o deserto australiano, e seu ícone, o monólito que nós chamamos de Ayers Rock e os aborígines, Uluru. Um dos locais mais sagrados (e bonitos) do país, fica em um parque com passeios para três dias.

Caso decida ir à Nova Zelândia, coloque no roteiro: a animada Auckland e os gêiseres de Rotorua, na Ilha Norte; os bungee jumps de Queenstown e o fiorde Milford Sound, na Ilha Sul. Em Fiji, o clima é de resorts em praias de areias claras e mar cristalino. As mais bonitas estão nas ilhas Yasawa.

Ida e volta a Sydney desde São Paulo a partir de US$ 1.800. Etihad, Lan e Emirates fazem o trajeto, com conexões

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