Rafael Barbieri/Ecoação
Rafael Barbieri/Ecoação

1 - Queda Livre

Parece um bungy jump, mas menos radical. Quem tem coragem de encarar?

O Estado de S.Paulo

01 Maio 2018 | 03h40

É quase um bungy jump, mas ligeiramente menos radical. A 60 metros do chão, o Queda Livre, no Viva Brotas Ecoparque, dá frio na barriga só de olhar, mas a queda livre, na verdade, é bem menor: 25 metros.  Isso porque o equipamento utilizado, o Quick Jump, reduz a velocidade da queda à medida que o participante se aproxima da plataforma de chegada. A sensação, digo por experiência própria, é parecida com a do bungy jump tradicional – a diferença fica por conta do tempo que duram as sensações. Ao pular de uma ponte ou viaduto para o abismo, a impressão de queda livre é longa, quase interminável (não tanto para quem assiste, ok, mas para quem está caindo…). 

Já na modalidade de Brotas, também há aquele frio da barriga e o grito inevitável no momento do salto. Um ou dois segundos depois, porém, você sente que está amarrado a uma corda e a velocidade cai drasticamente. 

De acordo com o parque, o Queda Livre é a atividade com maior número de desistências. O chão da plataforma onde ficam os equipamentos é todo furado – você já percebe a altura e começa a enumerar, mentalmente, as razões para não pular. Mas, vá por mim: olhe para frente e obedeça os instrutores quando chegar o momento do salto: “É só dar um passo no ar”, eles dizem. Dá medo, mas no fim bate um orgulho por ter superado os próprios limites. Custa R$ 99.

Mais conteúdo sobre:
Brotas [SP]

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.