Rafael Marchante/Reuters
Rafael Marchante/Reuters

5 dicas de ouro

Para usar antes e durante

Mônica Nobrega, O Estado de S.Paulo

31 Outubro 2017 | 04h04

1. Para leste ou oeste?

Oeste. Por causa dos fusos horários, a viagem no sentido leste tem a desvantagem de roubar horas do dia (e de sono) a cada deslocamento para a frente. Indo para o oeste, você enfrenta uma primeira mudança brusca de fuso – já que, depois de cruzar o Pacífico, vai começar as escalas na Oceania ou na Ásia – mas, superado este primeiro jet lag, todas as mudanças seguintes serão bem mais suaves e vários dias terão duração maior do que 24 horas.

2. Documentos em dia

O passaporte precisa ter seis meses de validade “sobrando” após o fim da viagem. Se não for o caso do seu, renove. Pense nos vistos: veja a lista de países que exigem visto dos turistas brasileiros no Portal Consular do Ministério das Relações Exteriores. Em relação à saúde, o site Medicina do Viajante, do Instituto Emílio Ribas, dá orientações sobre vacinas, mas vale a pena ir pessoalmente a uma consulta para receber orientações precisas sobre todas as áreas incluídas no seu roteiro. Atenção ao seguro viagem: pesquise várias opões e não esqueça de incluir possíveis atividades radicais, como mergulho e esqui. 

3. Atenção às milhas

Imagine quantas milhas dá para juntar numa viagem de volta ao mundo feita de avião, ainda mais se você usar o cartão de crédito (e pagar o total da fatura em dia, sempre). Pense nisso ao escolher as empresas pelas quais vai voar e concentre todos os pontos em um único programa. Você vai voltar para casa com milhas suficientes para já pensar numa próxima viagem.

4. Franquia de bagagem

Mesmo na passagem de volta ao mundo vendida pelas alianças aéreas não há regularidade na franquia de bagagem incluída no valor no caso das classes econômicas. Assim, viajar leve é indispensável para não pagar excesso de bagagem, já que cada empresa tem suas próprias regras, que podem mudar de lugar para lugar. Limite-se a uma mala de até 20 quilos e uma bolsa ou mochila.

5. Como levar dinheiro

Simplifique. Vale comprar no Brasil euros para os trechos europeus e libras para o Reino Unido. Para todo o resto, dólar americano. É moeda forte e tem liquidez para ser trocada pelo dinheiro local no planeta inteiro. Atenção: quem sai do Brasil com valor igual ou superior a R$ 10 mil ou o equivalente em outra moeda deve declarar à Receita Federal. O dinheiro em espécie paga menos Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), que é de 1,1%, mas é menos seguro. Numa viagem longa, é quase impossível evitar o uso de cartões, cujo IOF é de 6,38%. O cartão pré-pago ajuda a controlar os gastos. A Confidence tem opção de cartão Multi Moeda, que pode ser carregado simultaneamente com até seis moedas – dólares americano, canadense, neozelandês e australiano, mais libra e euro – até um limite de 10 mil unidades das moedas escolhidas. Antes de viajar, libere no banco o uso internacional do cartão de crédito, avisando que vai fazer uma volta ao mundo para que a troca frequente de países não acabe causando o bloqueio.

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