Viagem

5 segredos de Floripa

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16/02/2016 | 04h00    

Ricardo Freire - O Estado de S. Paulo

Lagoinha. A do norte é familiar, tem faixa de areia ampla e mar calmo

Lagoinha. A do norte é familiar, tem faixa de areia ampla e mar calmo Foto: Ricardo Freire|Estadão

A melhor época para ir a Florianópolis (e a qualquer ponto do litoral catarinense) é entre março e abril. Ainda faz calor e o tempo vai firmando cada vez mais. E o que é melhor: o trânsito diminui consideravelmente. Se você me pedisse 5 dicas de Floripa, daria essas:

Praia da Lagoinha. Sua xará, a Lagoinha do Leste, fica no sul da ilha, é acessível apenas por trilha e aparece muitas vezes descrita como a mais bonita de Florianópolis. A “minha” Lagoinha é outra: a do Norte, quase no fim da estradinha entre Canasvieiras e a Praia Brava. Com águas calmas (só algumas ondinhas para dar graça ao banho) e faixa de areia mais larga que as outras praias do norte, é perfeita para quem procura praia gostosa sem excesso de lotação. Está a 30 quilômetros do centro.

Sabor Perú. Por fora, parece mais um restaurante sem pretensões gastronômicas no Centrinho da Lagoa da Conceição. Entre e – surpresa! É um restaurante tão autêntico que até a hostess e alguns garçons são peruanos. Os frutos do mar catarinenses servem de ingredientes para os ótimos ceviches; acompanhe com um chilcano clásico seco (pisco, ginger ale e angostura) feito como no Peru. Fica na Avenida Afonso Delambert Neto, 659, tel.: 48-3065-5884. 

Costa da Lagoa. Traineiras da associação de barqueiros saem de dois pontos – o trapiche do centrinho da Lagoa e o parque florestal Rio Vermelho, à altura da praia do Moçambique – e cruzam a Lagoa até um ponto inacessível por carro, onde vários restaurantes preparam peixes frescos. A travessia (ida e volta) custa R$ 15. Programaço para dias nublados.

Toca da Lontra. Deixe o carro no fim da avenida das Rendeiras e pegue a trilha que começa na servidão entre dois muros à direita do Bar do Boni. Depois de menos de 10 minutos pela mata você chega a um costão ocupado por casas (você até poderia ir de carro, mas não teria onde estacionar fora das garagens). Mais um pouco e aparecerá a placa da Toca da Lontra, o bar de praia mais cult da ilha. A lula recheada com camarão é a especialidade da casa, mas você pode escolher peixes e caranguejos frescos no tanque. As caipirinhas são ótimas – pergunte pela de pitanga. Não aceita cartão, mas aceita reservas: 48-9122-9162.

Ilha do Papagaio. O hotel mais charmoso de Floripa fica em outra ilha: é a Pousada Ilha do Papagaio, com chalés rústicos por fora e confortáveis por dentro, numa ilhota com 95% da vegetação preservada. O acesso é pela Praia do Sonho, em Palhoça. Não serve como base para explorar Floripa, mas é perfeita para descansar (ou dar um desfecho romântico a uma viagem a dois). Na baixa temporada, as diárias começam em R$ 700. 


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