B612, o lar do Pequeno Príncipe

Em versão acolchoada, o asteróide do personagem está na Oca, no Ibirapuera

27 Outubro 2009 | 02h40

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Bem aqui. Na sua versão mais recente e acolchoada, o B612 não fica perdido no universo e, sim, no Ibirapuera. Aberta na semana passada, a exposição O Pequeno Príncipe na Oca recria o asteroide em uma grande e macia estrutura, para você deitar e rolar. Por R$ 18.  

 

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Muito longe. E qual seria o lugar mais distante para ver o B612 e ouvir histórias sobre o menino de cabelo louro? A japonesa e inesperada Hakone, que abriga o Museu do Pequeno Príncipe (www.tbs.co.jp/l-prince/en/). O primeiro andar exibe relíquias do aviador e escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, desaparecido após um acidente aéreo na região de Marselha, em 1944. No segundo andar, você entra de fato no mundo do Pequeno Príncipe - com direito a ver o B612. Por 1.500 ienes ou cerca de R$ 28.

Em Floripa. Antes de partir para tão longe, uma curiosidade. Já ouviu falar da Praia do Campeche, em Florianópolis? Saiba que o nome meio estranho se deve a Saint-Exupéry, que esteve em Floripa várias vezes para reabastecer seu avião (pelo menos é essa a história que se ouve por lá). Sempre que chegava, ele pedia comida "com peixe". E, graças ao sotaque francês, a praia virou Campeche. Ah... e Floripa ainda tem a Avenida Pequeno Príncipe.

Na casa dele. Saint-Exupéry nasceu em Lyon - e ganhou de sua cidade um aeroporto. E também uma graça de estátua, na enorme Praça Bellecour. Inaugurado em 2000, para comemorar 100 anos do nascimento do autor, o monumento mostra o príncipe com a mão no ombro de um Exupéry vestido de aviador. Para continuar no clima, vá até a vizinha Vaulx-en-Velin, para conhecer seu ótimo planetário (www.planetariumvv.com; a partir de 4).

Mais francesas. Toulouse é outra cidade sempre associada a Exupéry, que partia dali para realizar as entregas do correio aeropostal. A 500 quilômetros de Lyon, Toulouse tem uma estátua interessante do autor com o pequeno príncipe na mão. Em Paris, mais homenagens. Uma placa no Panthéon e outra na casa onde ele morou entre 1934 e 1940, no número 15 da Place Vauban.

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