Bons achados nos sites tradicionais

Em destinos onde as páginas interativas não chegam, alguns cuidados ajudam a garantir um apartamento charmoso

Mônica Nóbrega / PRAGA, O Estado de S.Paulo

20 Julho 2010 | 04h05

A ideia era passar duas semanas no leste europeu hospedada em apartamentos alugados. Dentre as redes sociais pesquisadas, apenas a Homelidays devolveu opções disponíveis nas cidades que eu pretendia visitar. Praga, a mais turística, foi fácil. Já Bratislava, Cracóvia, Varsóvia e até Budapeste revelaram resultados de pesquisa com algo entre zero e três opções cada.

Vantajosas na troca de informações entre hóspede e proprietário, as redes sociais de cama & café funcionam melhor em destinos mais consagrados. Lugares ainda não tão turísticos sofrem com poucas opções. Nos roteiros menos ortodoxos, a solução são os sites comuns de aluguéis, sem toda essa facilidade interativa. Para pesquisar, use o Google: digite "rent" + "apartments" + o nome da cidade.

Preocupação com a minha segurança (e a do meu dinheiro) ao optar por sites abertos, é claro que eu tinha. Por isso, tomei algumas precauções: consultar resenhas genéricas via Google e só confirmar reservas com proprietários que aceitassem pagamento integral na chegada ao apartamento ou pedissem, no máximo, 10% do valor como sinal.

Deu certo. Você não precisa fazer cadastro no Homeaway (homeaway.pt), que, aliás, conta com resenhas de hóspedes. Basta preencher um formulário para contatar o proprietário. E receber a resposta por e-mail.

Reservei o apartamentinho térreo em Praga e uma mini-townhouse em Cracóvia. O Bratislavahotels.com ajudou a achar uma quitinete bonitinha no quarto andar, a poucos passos do Danúbio, na capital da Eslováquia.

E o Budapestrent.com rendeu a mais charmosa das hospedagens da viagem. Um estúdio novinho, decorado com bom gosto. Com direito a inaugurar utensílios de cozinha e roupas de cama e banho da Ikea. Para garantir o achado, só precisei transferir modestos 28 via Paypal.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.