Cesar Cuninghant/Estadão
Cesar Cuninghant/Estadão

Dia 2 - Borbulhas pela vizinhança

Pinto Bandeira é o distrito dos espumantes

Cesar Cuninghant, O Estado de S.Paulo

06 Setembro 2016 | 00h01

Nas imediações de Bento Gonçalves, quem manda são os espumantes. O distrito de Pinto Bandeira tem se destacado pela qualidade das uvas para espumante, que encontra ali as condições ideais de cultivo – por isso, até 2018 os produtos da região devem ganhar denominação de origem. Com uma produção tradicional, a Cave Geisse é uma das poucas que não tem descendentes de italianos em sua produção, mas um chileno. Mario Geisse chegou ao Brasil em 1976 para dirigir a Moët & Chandon do Brasil. Ficou e, três anos depois, investiu na própria marca. 

Para saber os detalhes da produção e conhecer os quase 85 hectares de vinhedos, é preciso fazer agendamento prévio. Há três opções de degustação, a partir de  R$ 30 (revertidos em compras). Se apenas degustar não for suficiente para você, o Geisse Experience inclui um tour de triciclo pela propriedade e custa R$ 100. 

Ali pertinho, a vinícola Don Giovanni produz espumantes pelo método tradicional e também funciona como pousada. A propriedade, construída em meados dos anos 1930, ainda mantém os móveis antigos e a cantina funciona como restaurante – faça reserva. A diária para dois custa a partir de R$ 400 em setembro, com café. 

Se der tempo, aproveite a segunda parte do dia para conhecer a centenária Peterlongo, em Garibaldi, a apenas 14km de Bento Gonçalves. A vinícola é famosa por ter produzido o primeiro espumante brasileiro utilizando o método champenoise. A visita à cave subterrânea, construção centenária que segue os padrões da região de Champagne, na França, é um dos atrativos da vinícola. O passeio custa R$ 30 com degustação no final. Agende antes de ir. 

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