Adriana Moreira/Estadão
Adriana Moreira/Estadão

Dia do Trabalho, 1.º de maio

Quatro dias de folga

O Estado de S.Paulo

09 Janeiro 2018 | 04h50

Família 

Pantanal 

Há dois cenários bem diferentes para se ver no Pantanal: o da seca e o das cheias, que começa justamente em maio e vai até outubro. Neste último período, a beleza das águas que cobrem a planície é o ponto alto da visita. Nelas, animais como os curiosos jacarés aparecem dividindo espaço com pintados, piranhas e dourados e, no céu, centenas de aves que saem em busca de comida. Tudo diante de uma vegetação robusta e esverdeada. A hospedagem, tanto na parte norte quanto na parte sul do Pantanal, é normalmente em fazendas, que promovem safáris e passeios a cavalo e de barco, ou em barcos-hotéis. Partindo de São Paulo, a maneira mais fácil de chegar é voar até Cuiabá (2h30) e de lá seguir para cidades como Poconé, Barão de Melgaço e Cáceres – há ônibus que fazem as rotas diariamente. 

Sozinho

Salar de Uyuni

Viajar sozinho pode ser um bom momento de reflexão, principalmente se o destino te fizer desconectar. Para isso, nada melhor do que passar uns dias no maior deserto de sal do mundo – são 10.500 quilômetros quadrados. A cobiçada viagem ao Salar de Uyuni pode caber num feriado prolongado de quatro dias, mas considere que o melhor para fazer um roteiro mais completo é ficar ao menos uma semana. Antes de tudo, o primeiro dia servirá para se adaptar à altitude (mais de 3 mil metros acima do nível do mar). Será preciso voar primeiro para a capital, La Paz, para depois seguir rumo ao Salar (embora haja opções de roteiros passando pelo Deserto do Atacama, no Chile, ou vindo do Peru). Já no Salar, serão no mínimo três noites para conhecer um pedacinho do deserto, que, nesta época do ano, fica seco e pode ser percorrido por inteiro. E não se preocupe com companhia: Uyuni é uma cidadezinha cheia de mochileiros; dificilmente você estará sozinho nos tours.

Casal

Arraial D’Ajuda 

O charmoso vilarejo separado do agito de Porto Seguro pelo Rio Buranhém pode ser bastante romântico e relaxante, e, ao mesmo tempo, animado. Rústico, mas com boa estrutura turística, oferece uma grande variedade de pousadas e hotéis, atraindo turistas de várias partes do País e também muitos estrangeiros às suas praias e à famosa Rua do Mucugê, repleta de bares e restaurantes. Em maio, chove, porém as temperaturas são mais amenas (a média histórica nesta época do ano varia entre 20 e 28 graus) e os valores das diárias são mais em conta quando comparados aos praticados na alta temporada.

Santiago (Chile)

Se você gosta de um friozinho para passear, maio é o mês ideal para ir à capital chilena: sem o rigor do inverno, seu outono pede uma mala com boas peças de frio. Apesar de o dia 1º também ser feriado por lá, é possível conhecer muitas coisas antes da data - que deverá ser também a da volta (ou seja, não precisa se preocupar com atrações fechadas). E, se conseguir sair de São Paulo um dia antes do feriado, melhor ainda. Em grupo, a lista de paradas pode incluir museus como a divertidíssima La Chascona, uma das casas de Pablo Neruda no Chile; a vista impressionante do Cerro Santa Lucía; o Mercado Central de Santiago; os bares, pubs, restaurantes e baladas do bairro Bellavista. Santiago é grande demais para ser percorrida em menos de quatro dias. Mas, se quiser ir a outros destinos próximos, avalie um passeio por vinhedos da região, Valparaíso e/ou Viña del Mar.

 

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