Distrito Federal

"Meu Deus, mas que cidade linda!", pensou João de Santo Cristo quando saiu da rodoviária de Brasília e viu as luzes de Natal. Na letra de Renato Russo e no filme Faroeste Caboclo, de René Sampaio, a capital do País interage com o protagonista. Outra obra lançada este ano, Somos Tão Jovens, de Antonio Carlos da Fontoura, também retrata o estilo de vida e a cidade onde a banda Legião Urbana ganhou vida nos anos 1980.

O Estado de S.Paulo

19 Novembro 2013 | 02h17

Espalhadas pelos prédios da Esplanada dos Ministérios, as famosas luzinhas estão na película, assim como outros pontos célebres. Tocar violão na Praça dos Três Poderes ainda é um clássico programa dos jovens brasilienses, como Maria Lucia (Ísis Valverde) fazia em Faroeste Caboclo. Certamente ela frequentava o Bar Beirute (barbeirute.com.br), que há 47 anos serve o kibeirute, quibe recheado com queijo prato e servido com molho tártaro

(R$ 6,80 a unidade).

A Ermida Dom Bosco, erguida em homenagem ao santo padroeiro, que teria sonhado com uma cidade às margens do Lago Paranoá, foi uma das locações. "Talvez seja um dos melhores pores do sol do Brasil", diz o orgulhoso diretor brasiliense René Sampaio. "Recomendo um tour de barco, que não costuma ser sugerido aos turistas. É um passeio para entender essa dimensão cinematográfica do Planalto Central."

Aos sábados e domingos, o Mar de Brasília (mardebrasilia.com.br), barco para 79 passageiros, percorre todo o lago no fim de tarde, passando por pontos-chave como os três arcos da Ponte JK. Com duração de 1h20, custa desde R$ 35 por pessoa.

Para sentir como era a Brasília dos anos 1980, Sampaio recomenda ir à quadra 308 Sul. "Está toda original, com paisagismo de Burle Marx, é uma quadra modelo."

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