Do legado inuit a selos nos melhores acervos

A ponte sobre o Rio Ottawa marca a divisa entre Ontário, no lado inglês, e a francesa Quebec. A travessia de Ottawa a Gatineau pode ser feita de barco - ou melhor, em um aquatáxi (saída a cada 15 minutos; veja informações em aufeeldeleau.ca).

O Estado de S.Paulo

10 Julho 2012 | 03h07

Indispensável em sua estada na cidade é conhecer o Museu da Civilização (civilization.ca), que merece pelo menos uma tarde. No embalo das supostas previsões do calendário maia, a mostra Maia: Segredos de seu Mundo Ancestral, expõe, até 28 de outubro, mais de 250 artefatos de sítios arqueológicos do México e da América Central. E oferece ao visitante a certeza de que o mundo não vai acabar neste ano.

Não deixe o museu sem passar na Grande Galeria, onde está a maior exposição permanente do Canadá sobre a história dos povos indígenas. Impossível não se impressionar com os totens gigantes da cultura inuit. Depois, siga para a Sala dos Primeiros Povos Aborígenes, mostra interativa que registra as origens inuit, há mais de 4 mil anos. Na Sala do Canadá, a área mais visitada da instituição, teatro, interação e registros de mil anos de história do país, de leste a oeste.

Por fim, pare no Museu Postal, onde está a coleção completa dos selos nacionais, e na mostra Cara a Cara, que exibe as personalidades que ajudaram a forjar o atual Canadá. / C.V.

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