Em cartaz, uma sinfonia arquitetônica

Sydney, Austrália

O Estado de S.Paulo

24 Abril 2012 | 03h08

A arquitetura arrojada da Opera House de Sydney fez com que o prédio, inaugurado em 1973, logo se tornasse símbolo nacional. Mas foi apenas em 2007 que a construção ganhou status de Patrimônio da Unesco. Instalado na baía da cidade, a estrutura formada por um conjunto de conchas brancas que parecem encaixadas chama a atenção de longe. Lá dentro, teatros, estúdios, restaurantes, bares e dois auditórios - o Concert Hall,o maior deles, comporta 2.690 pessoas sentadas. Mais: sydneyoperahouse.com.

Buenos Aires, Argentina

O maior teatro de ópera da América Latina voltou à ativa em maio de 2011, após longa reforma que deixou o Teatro Colón fora do circuito artístico da capital portenha por quase cinco anos. Se antes ele já era famoso por sua acústica perfeita (foi eleito em 2000 o melhor do mundo para ouvir ópera pela Sociedade Americana de Acústica), depois da revitalização ganhou novas medições técnicas - e elogios extras. Com plateia em forma de fechadura, possui quase 2.500 assentos. Site: teatrocolon.org.ar.

Miami, Estados Unidos

Frank Gehry deu curvas aos jardins, estruturas metálicas que decoram a fachada e também ao interior do New World Symphony. Basta uma voltinha no edifício, instalado em Miami Beach, para se encantar com a atmosfera clean, onde cada espaço parece completar o outro naturalmente. Na sala principal, onde as cadeiras se espalham por todos os cantos, facilitando a experiência musical, a parede maior é toda dedicada a projeções. Há ainda 24 salas de ensaio e três de percussão, para aulas, gravações e testes sonoros. Site: nws.edu.

Reykjavik, Islândia

Composta por mais de mil placas de vidro colorido, a fachada do Harpa Concert Hall - aberto no ano passado na capital Reykjavik - reflete a paisagem ao redor, lembrando um caleidoscópio. Tal ideia foi projetada pelo arquiteto dinamarquês Henning Larsen com a colaboração do artista islandês Olafur Eliasson. O espaço conta com quatro imensas salas de show - a Eldborg é a maior delas, decorada em vermelho e com acústica ideal para concertos que vão do clássico ao rock. Mais: en.harpa.is.

Viena, Áustria

O ditado local diz que "música de ouro merece ser apresentada na Sala Dourada", a principal do Viena Musikverein e lar da Filarmônica de Viena. Em estilo neoclássico, com lindos e rebuscados detalhes, o edifício foi inaugurado em 1870 com a máxima preocupação em oferecer acústica impecável. Tanto que a Sala Dourada, com capacidade para um público de mais de 1.700 pessoas, é retangular, sempre proporcional e com decoração concentrada no teto, garantindo a perfeita reflexão sonora. Site: musikverein.at. / BRUNA TIUSSU

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