Em recuperação 3

A maior cidade da Ilha Sul foi severamente atingida por um terremoto, em 2011, que matou 185 pessoas e condenou boa parte de seus prédios e ruas do centro. O impacto da tragédia ainda está presente no dia a dia de Christchurch. Quem chega por lá encontra obras por todos os lados - mas também um povo hospitaleiro, ávido por receber os turistas, que significam um movimento importante em sua economia.

O Estado de S.Paulo

04 Setembro 2012 | 03h11

O centro ainda tem ruas bloqueadas, mas, aos poucos, Christchurch se recupera. Lojas atingidas pelo terremoto funcionam em contêineres coloridos, dispostos por um calçadão, em um projeto chamado Re:Start. Ao todo, são 27 instalações, entre lojas de grife, cafés e livrarias, que devem permanecer montadas até que as obras no centro sejam concluídas.

Boa parte das construções históricas foram danificadas. A catedral, um dos cartões-postais locais, teve de ser demolida, já que foi impossível recuperar sua estrutura. Apesar dos protestos dos moradores, que clamavam por uma solução menos radical, a igreja veio ao chão - agora, uma nova começa a ser planejada. Enquanto o projeto não sai do papel, estuda-se erguer uma estrutura temporária até o Natal deste ano.

Ainda assim, Christchurch segue mantendo seu título de cidade-jardim em razão de seus parques floridos, cujas alamedas cruzam as principais avenidas da cidade. Reserve um dia para passear pelo Jardim Botânico (ccc.govnt.nz), com mais de 100 mil espécies plantadas em uma área de 30 hectares.

A cidade também é ponto de partida para diversos passeios rumo a reservas naturais e praias próximas. Para os fãs, há tours para ver alguns dos cenários da gravação da trilogia O Senhor dos Anéis na Ilha Sul (thelordoftheringstours.co.nz).

Uma opção inusitada para se hospedar por lá é a Jail House (jail.co.nz), uma antiga cadeia desativada e transformada em hostel. Suas celas se tornaram quartos disputado pelos mochileiros - tarifas desde 30 dólares neozelandeses (R$ 48). Reserve.

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