Férias em Orlando: veja 5 parques temáticos para tornar fantasia, realidade

Dormir num hotel de Lego, experimentar a sensação de ser lançado à estratosfera, ver de perto uma pedra lunar: os sonhos mais malucos são possíveis no sul dos Estados Unidos

Bruna Toni, Everton Oliveira e Diego Ramos, O Estado de S. Paulo

17 Novembro 2015 | 05h00

CABO CANAVERAL - Há tempos a fronteira entre ficção e realidade se desfez. Percorrer as terras mágicas da Flórida, no sul dos Estados Unidos, é embarcar num vaivém entre o mundo real e o imaginário. 

No Kennedy Space Center, parque espacial da Nasa, por exemplo, o visitante tem contato com a rotina de um astronauta, descobre objetos usados no espaço, entra em um simulador que o leva para a estratosfera e até entra dentro de naves. Não há dúvidas que a fantasia e a realidade caminham juntas por ali.

O mesmo pode ser dito do Legoland, onde os tijolinhos de brinquedo se transformam em cidades inteiras (em miniatura, claro). E o hotel do parque, inaugurado ano passado, oferece aos hóspedes a oportunidade de se sentir dentro desse universo colorido e criativo.

Algumas das princesas que percorrem os parques Disney já conquistaram o sonho do castelo próprio – e outras, como Elsa e Anna, de Frozen, têm a entrega do seu prometido para 2016. Enquanto isso, no Universal Resort, heróis e vilões do cinema se transportam para um mundo cheio de montanhas-russas e simuladores. Harry Potter tem uma área própria, com varinhas, quadribol, feijões de todos os sabores e cerveja amanteigada. 

O choque de realidade vem mesmo com o câmbio desfavorável. Por isso, pode ser hora de focar em parques que tenham a ver com as preferências da sua família. Escolha os seus e deixe a imaginação rolar. 

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Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

17 Novembro 2015 | 04h59

CABO CANAVERAL - Visto da janela do carro, a pouco mais de 300 metros do Kennedy Space Center, o ônibus espacial dispensa óculos 3D, binóculos ou qualquer recurso visual extra. Imponente, o tanque laranja de 56 metros de altura aponta para o céu acompanhado por dois propulsores brancos. 

Como se fosse rompê-lo com sua cápsula pontiaguda, parece prestes a decolar rumo ao espaço – ao menos é essa a cena cinematográfica que vem à mente ao ficar cara a cara com a réplica em tamanho natural do Atlantis, cujo primeiro voo ocorreu em 1985.

Aberto em 1962, ainda sob o nome de Centro de Operações de Lançamento, o parque foi rebatizado no ano seguinte, em homenagem ao presidente – e entusiasta espacial – John Kennedy, assassinado em 1963. E guarda parte importante da construção da história e da identidade do país no último século. 

O acesso ao Kennedy Space Center, como tudo na Flórida, só é possível com carro ou van. Embora menos alvoroçado que os parques da Disney e da Universal, é recomendável chegar cedo para evitar filas e acompanhar o desfile receptivo do astronauta antes da abertura do parque – uma tentação para os selfie-maníacos.

Tudo começa num imenso jardim de foguetes históricos, onde “se perder no espaço” faz parte da brincadeira. Dá até para desembarcar de joelhos da claustrofóbica nave do Programa Apollo – aquele de Neil Armstrong – e caminhar entre outras maravilhas da engenharia espacial.

Perdido em Marte. Ponto de parada obrigatório, Journey to Mars: Explorers Wanted, área dedicada a explicar, de maneira interativa e didática, desde a básica personalidade de Marte às recentes descobertas por lá, dá pistas do que talvez haja de mais ousado nos projetos da Nasa: a colonização do planeta vermelho (leia mais em bit.ly/nasaemmarte).

E era sobre Marte que eu desejava falar no aguardado encontro com o astronauta. As histórias engraçadas e curiosas de John Blaha não eram exclusividade de jornalistas. Ele é um dos nomes que fazem parte do Almoce com um Astronauta, atração extra por US$ 29,99 por pessoa, com comida e bebida à vontade. 

De volta para o passado. Deixando o futuro para trás, lá estava eu dentro do “queridinho” Space Shuttle Atlantis, onde se preserva boa parte das lembranças das missões realizadas por ônibus espaciais entre 1981, ano de lançamento da frota Columbia, e 2011, data da aterrissagem da última frota Endeavour.

Em seus mais de 33 mil metros quadrados – que incluem a suspensão do verdadeiro Atlantis, inclinado a 43,21 graus, como se estivesse em órbita –, há mais de 60 simuladores, reproduções de quartos, banheiros e caminhos tubulares de naves, além de roupas e objetos pessoais de astronautas mortos em missões espaciais. Já a curiosa simulação de ser lançado à estratosfera não é de dar frio na barriga, mas a tremedeira que faz o rosto ter espasmos é divertida.

Além do Complexo do Visitante, o ingresso (US$ 50 adultos, US$ 40 crianças) inclui ônibus até o Centro Apollo/Saturno V, onde está o último foguete da mais famosa série de missões espaciais da Nasa. “O Saturno V foi o 18.º a ser construído”, conta a guia Lívia Ribeiro, apontando para o nada discreto monstrengo que ocupa, suspenso, todo o galpão. Completo, é maior do que a Estátua da Liberdade.

Duas relíquias, porém, acabam por chamar mais a atenção: o módulo de comando da Apollo 14, “Kitty Hawk”, onde Allan Shepard, primeiro norte-americano a ir ao espaço, em 1961, embarcou; e pedaços de pedras da superfície lunar. Polêmicas a parte, uma coleção do dito “grande passo para a humanidade” para ninguém botar defeito. 

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Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

17 Novembro 2015 | 04h59

WINTER HAVEN - Não há quem não tenha levado uma bronca quando criança por deixar espalhado pela casa um tapete colorido de peças de Lego. Tudo devidamente devolvido à caixa, sobrava a vontade de mergulhar em uma piscina de bloquinhos de construção de cidades imaginárias – quem dera naquela época já houvesse pantufas, como as lançadas pela marca este mês, para evitar o “ai ai ai” ao pisar em uma peça.

Por isso, o arregalar dos olhos e o sorriso no rosto foram involuntários quando chegamos à Legoland, o parque temático da marca dinamarquesa de brinquedos. A experiência no resort da Flórida, em Winter Haven, começa ainda embaixo do edredom. 

O hotel da marca, inaugurado em 2015, foi decorado como um castelo Lego: das mesas do restaurante às flores da recepção; do elevador que vira uma “balada” sempre que posto em movimento aos quartos temáticos das quatro principais linhas de produtos – Pirate, Kingdom, Adventure e Lego Friends. A diária, sem acesso aos parques de diversão e aquático, começa em US$ 105 por quarto. Se quiser se hospedar fora dali, não haverá prejuízos à diversão.

Como em toda Flórida, carro é indispensável – são cobrados US$ 17 de estacionamento, além do ingresso, a partir de US$ 67 por pessoa. Na entrada, o mapa indica o caminho a cidades e pontos turísticos em miniatura do mundo todo, construídos com os tijolinhos de cores infinitas – até o vizinho parque espacial da Nasa está representado.

Esqueça as montanhas-russas velozes e de quedas bruscas. O foco, ali, são as crianças menores – e as atrações estão essencialmente voltados a elas. Não faltam, contudo, lojas com brinquedos a preços tentadores e áreas de alimentação que oferecem de batata frita a alimentos sem glúten. Sem falar dos shows temáticos – no ano-novo, por exemplo, a queima de fogos no lago é vista com óculos 3D, que transforma pontos de luz em blocos de Lego.

O que encanta em Legoland é justamente a delicadeza despretensiosa de suas atrações, como a batalha naval onde você se torna pirata e sai encharcado, a montanha-russa de carrinhos que parecem feitos pelas crianças, ou os castelos que poderiam ter sido erguidos, destruídos e reconstruídos por cada um de nós. 

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Everton Oliveira, O Estado de S.Paulo

17 Novembro 2015 | 04h59

ORLANDO - Com o dólar em alta, a tão sonhada viagem em família para a Disney precisa ser bem planejada. Para os marinheiros de primeira viagem, é bom saber que é possível economizar em média 25% fazendo uma boa pesquisa. Passagem aérea, hospedagem, aluguel de carro, compras e alimentação são os itens onde há a maior variação de preços.

Se para a maior parte destes itens a desvalorização do real é um grande problema, as passagens aéreas surgem como um ponto fora da curva, com promoções tentadoras. Por isso, siga as companhias nas redes sociais: é lá que elas vão anunciar primeiro suas promoções. Corra, pois o número de assentos é sempre limitado.

Passagem aérea garantida, a hospedagem é o próximo passo para mergulhar no mundo encantado de Walt Disney. Se o seu sonho é se hospedar em um dos resorts dentro do parque, algumas opções podem trazer um custo-benefício interessante. A categoria econômica tem diárias a partir de US$ 98 (sem impostos) para um casal e oferece quartos temáticos, banheira, ar condicionado e frigobar. Além disso, complexos com piscinas climatizadas, loja temática e restaurante. Fique atento: de 3 de janeiro a 6 de fevereiro é baixa temporada por lá e há muito mais ofertas.

Mas o que mais chama a atenção é a infraestrutura. A começar pelo traslado: o Disney Magical Express é um ônibus regular que transporta gratuitamente hóspedes dos hotéis Disney do e para o aeroporto de Orlando. Para deslocamentos internos também há monotrilho, com trajeto limitado, mas útil, e ônibus gratuitos circulando entre hotéis, parques (Magic Kingdom, Animal Kingdom, Hollywood Studios e Epcot) e Disney Springs, o centrinho de Walt Disney World Resort, com lojas, bares, restaurantes e shows. Assim, é possível economizar no aluguel do carro, na gasolina e no estacionamento dos parques.

O desafio da comida. A alimentação, sem dúvida, é um dos principais inimigos do bolso. Pensando em uma viagem de um casal com um filho, a média de gastos pode chegar a US$ 100 por dia. Os pacotes de alimentação oferecidos pelos parques e pelo hotel podem ser uma boa solução para quem quer ter o controle das despesas com a comida. Estipule um valor limite para a alimentação e consulte o preço dos pratos nos parques previamente, pelo celular ou nos mapas disponíveis na entrada.

Quem fica nos hotéis dentro da Disney recebe a MagicBand, pulseira colorida com um dispositivo integrado que conecta facilmente os visitantes a todas as opções de férias. Ela funciona como a chave do quarto, ingresso e um sistema opcional de pagamento, que pode ser usado na alimentação e nas compras em lojas dos parques Disney ou no hotel, bastando apenas um simples toque nas máquinas leitoras. As pulseiras são feitas de material flexível resistente e à prova d’água. Além disso, oferecem acesso ao FastPass, o fura-fila das atrações favoritas.

Mas fique atento: a facilidade pode levá-lo a gastar mais do que o previsto. Controle os gastos e mantenha-se fiel à média estipulada por dia.

Os hóspedes dos hotéis da Disney têm ainda tempo exclusivo nos parques Disney. É possível chegar uma hora antes da abertura programada ou permanecer no parque até três horas após seu fechamento. Cada local tem um dia especifico com as “horas mágicas”: cheque antes da visita.

Carro. Alugue carro somente para os dias necessários. Avalie: você precisa mesmo de um carrão? Algumas opções populares têm câmbio automático, ar condicionado, GPS, um bom porta-malas para as compras e diárias de US$ 20. Pode ser uma boa alugar apenas no primeiro e no último dia na cidade. Já explico o porquê.

Para o primeiro dia com carro, vale a pena visitar os grandes supermercados, assim você pode adquirir itens necessários para reforçar a alimentação da família, tais como água, refrigerante, frutas, bolachas, doces ou até mesmo um carrinho de bebê para seu filho poder descansar durante a maratona de diversão. Para se ter uma ideia, a água custa US$ 3 no parque. Com esse valor é possível comprar um pacote com 24 garrafinhas de água no Walmart. Há carrinhos de bebê a partir de US$ 20.

O último dia de aluguel do carro vale para as compras nos shoppings e outlets. Deixar as compras para o último dia é vantajoso, pois é possível saber exatamente quanto dinheiro você ainda tem para gastar. Se o jeito for usar o cartão de crédito, lembre-se que o valor da cotação é sempre no dia do fechamento da sua fatura.

Deixando a crise de lado, não economize na diversão. A melhor forma de aproveitar os parques da Disney é fazendo um roteiro específico para sua família. Dessa forma você consegue aproveitar o que tem de melhor em cada atração.

Casa alugada. Opção alternativa de hospedagem, as casas alugadas costumam valer a pena pela economia e conforto Nos últimos anos, com a grande presença de turistas brasileiros em Orlando, surgiram empresas focadas em atendimento e serviços em português, como a Temporada em Orlando, que tem 130 casas com diária a partir de US$ 125 para quatro pessoas. Sob demanda, a empresa organiza até roteiros dia a dia. A comunidade online de viajantes TripAdvisor.com.br/Rentals também tem aluguel de casas em português: para janeiro, as opções começam em US$ 120 a diária.

O QUE VEM POR AÍ

Epcot: ali ficará o reino encantado e frio de Arendelle, onde vivem Anna, Elsa e outros personagens de Frozen. O cenário e a trilha sonora serão ao estilo norueguês, país que inspirou o filme. Ainda no Epcot, aproveite para dar uma volta ao mundo no Soarin’ Around the World. O simulador foi reformulado e agora vai bem além das fronteiras californianas. 

 

Hollywood Studios: enquanto o parque temático de Guerra nas Estrelas não sai do papel, diversas atrações levarão o público para dentro do novo episódio da saga, O Despertar da Força. Shows de fogos de artifício inspirados na trilha sonora da franquia vão fechar as noites dos fins de semana. 

Disney Springs: é o novo nome da antiga Downtown Disney, destino de compras, restaurantes e entretenimento no parque. A mudança do nome vem acompanhada de crescimento: 150 estabelecimentos – hoje são 75 –, distribuídos por quatro áreas que serão concluídas em 2016.  

 

Animal Kingdom: a área dedicada a Avatar deve ficar pronta só em 2017. Enquanto isso, em 2016, estão previstas a inauguração do River of Light, um show de águas, luzes e música, e a ampliação do horário do Kilimanjaro Safaris. Com a nova saída a partir do pôr do sol, será possível observar outros animais no safári, como hienas e cães selvagens.

 

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Bruna Toni, O Estado de S.Paulo

17 Novembro 2015 | 04h59

Na semana passada, o Sea World (seaworldparks.com) anunciou que o famoso show da baleia orca Shamu será modificado em 2016 na unidade de San Diego, dando lugar a apresentações voltadas mais à conservação. Em Orlando, no entanto, nada muda, ao menos por enquanto. O que não significa que os parques do grupo não tenham novidades na Flórida para o próximo ano.

A principal é a criação de uma nova montanha-russa no Sea World. A Mako, uma homenagem à espécie de tubarão mais rápida do mundo, terá 61 metros de altura e irá atingir 118 quilômetros por hora ao longo de 1.451 metros de extensão.

A brincadeira, prometida para março, será a seguinte: você embarca em um carrinho e se transforma em um predador aquático, perseguindo presas em alta velocidade. Tão alta que a sensação será a de gravidade zero. O cenário da adrenalina, uma área de 8 mil metros quadrados, também será novinho em folha – tudo com temática de tubarão, claro. Junto com a montanha-russa estarão os já existentes Shark Encounter, um aquário gigante repleto de feras submarinas, e o restaurante Sharks Underwater Grill, que dá a sensação de fazer uma refeição no fundo do mar.

Além da Mako, as clássicas montanhas-russas Manta e Kraken continuarão a todo vapor, tanto quanto as giratórias Journey to Atlantis e Sky Tower e o simulador Wild Artic.

Em meio às polêmicas sobre o uso de animais nas atrações, que vieram à tona depois do filme Blackfish, o Sea World luta para mudar sua imagem. É possível, por exemplo, visitar os bastidores e conferir onde vivem os bichos, saber mais sobre sua alimentação e origem, além de conhecer programas de conservação, resgate e conscientização. Por falar nisso, o belo TurtleTrek, aventura em 3D que mostra os desafios para uma tartaruga chegar à vida adulta, segue encantado adultos e crianças.

Também voltado ao contato com os animais, o Discovery Cove (discoverycove.com) oferece a chance de nadar com golfinhos e nadar entre corais em piscinas que reproduzem o oceano. A entrada que garante apenas o acesso ao parque custa desde US$ 169 no período de janeiro, mas há também o pacote all-inclusive, a partir de US$ 229, com ingresso para o SeaWorld, material de mergulho, refeições e estacionamento.

Mas se o seu negócio é mesmo montanhas-russas, siga para Tampa, mais precisamente, ao Busch Gardens. O parque também terá uma nova atração em 2016, a Cobra’s Curse. Rodopiando em alta velocidade, ela percorrerá toda a área do parque dedicada ao Egito, promovendo um encontro do público com escavações arqueológicas e com uma cobra gigante de 24 metros de altura. A Sheikra, com sua descida vertical, contudo, continua ganhando em radicalismo.

O parque conta ainda com cerca de 2 mil bichos, como tigres-de-bengala, cangurus, rinocerontes e outros. Os ingressos para o SeaWorld começam em US$ 70 e para o Busch Gardens, em US$ 75. Por isso, se estiver pensando em visitar ambos, considere a entrada combinada, que sai por US$ 109. /BRUNA TONI

[O DE ABERTUR] Janeiro e fevereiro são considerados baixa temporada em Orlando e os preços estão mais acessíveis. É inverno


no Hemisfério Norte, e a média de temperatura por ali


nessa época do ano costuma variar entre 10 e 21 graus

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Diego Ramos, O Estado de S.Paulo

17 Novembro 2015 | 04h59

ORLANDO - O lar dos Minions, dos Simpsons, dos Transformers e de tantos outros ícones pop do cinema, quadrinhos e televisão completou este ano seu 25º aniversário em Orlando. E com fôlego de plena juventude em busca de novidades. O Universal Orlando Resort agora aposta em King Kong, sucesso histórico da telona que abre como atração em meados de 2016.

No parque Islands of Adventure já se veem tapumes e pedaços do brinquedo Skull Island: Reign of Kong (Ilha da Caveira: Reinado de Kong) em construção. Terá selva, templo habitado por nativos hostis, criaturas pré-históricas, cavernas e o King Kong, digamos, em pessoa e tamanho “natural”. Tudo visto e vivenciado dentro de um veículo. A inspiração principal é a versão do diretor Peter Jackson, de 2005, e a promessa é de imersão no universo do gorilão.

King Kong é a aposta de fôlego da Universal depois de mais de quatro anos investindo em trazer à realidade o universo do bruxo Harry Potter. De 2010 a 2014, as inaugurações levaram aos dois parques do complexo – Islands of Adventure e Universal Studios – a vila de Hogsmeade, o Castelo de Hogwarts, o Beco Diagonal, o Banco de Gringotes, lojas e lanchonetes.

Há mais novidades a caminho no complexo Universal.

Hotel caribenho

Erguido ao redor de uma lagoa tropical e de uma cachoeira, o Loews Sapphire Falls Resort será o quinto hotel do complexo Universal, com 1 mil quartos e temática caribenha. Inaugura em julho de 2016, mas reservas já podem ser feitas. Diárias valem de US$ 119 a US$ 206.

Velocidade máxima

Baseada na franquia Velozes e Furiosos, a atração Fast & Furious Supercharged foi lançada no parque Universal Studios de Hollywood, e agora chegará a Orlando em versão ampliada. Personagens dos filmes, carros e ação estão garantidos. O brinquedo ocupará o lugar de duas atrações antigas, o show Beetlejuice Graveyard Revue e Disaster: A Major Motion Picture Starring You!. A inauguração está marcada para 2017.

Terceira opção

O Universal vai inaugurar um parque aquático em 2017. O Volcano Bay terá a atração mais alta do parque – diz-se que será também a mais alta de Orlando, mas a altura total do vulcão que dá nome ao parque não foi divulgada – e ficará ao sul do hotel Cabana Bay. Estão prometidos uma grande piscina de ondas artificiais e muita tecnologia para criar uma experiência de imersão no parque aquático. Além das descidas em toboáguas, escadas permitirão acessar o interior do vulcão até chegar ao alto para, de lá, arriscar saltos.

Expectativa

Em seu anúncio mais recente, a Universal divulgou a parceria recém-firmada com a Nintendo para transformar games e personagens em brinquedos de parque temático. Pouco está definido: não há datas previstas nem informações de personagens a serem explorados – mas vale lembrar que a Nintendo é dona de títulos como o clássico Super Mario Bros., Pokemon, Dungeons and Dragons e Street Fighter.

DIRETO DAS TELONAS, ATRAÇÕES PARA DIVERTIR E RELAXAR

Universal e cinema são praticamente sinônimos em Orlando, mas os dois parques do complexo tentam ter perfis mais ou menos distintos. O Universal Studios, mais antigo, de 1990, foi pensado para abrigar atrações inspiradas nos blockbusters da marca, como Transformers, Vingança da Múmia, Meu Malvado Favorito e Shrek; os brinquedos considerados mais radicais, como o simulador Spider Man e a montanha-russa do Hulk foram para o Islands of Adventure, de 1999. A área dedicada a Harry Potter é grande o suficiente para se espalhar pelos dois parques, o que significa, sim, comprar dois ingressos. 

O tíquete unitário custa US$ 102, e o combinado para dois dias, dois parques, US$ 194,50: tickets.universalorlando.com.

O resort Universal tem quatro hotéis e o City Walk, o centrinho do complexo, onde estão lojas, restaurantes, bares e mais diversão. O City Walk está em expansão. O bar e cervejaria NBC Sports Grill & Brew é um dos estabelecimentos recém-inaugurados, com 100 telas de alta definição transmitindo partidas esportivas e 100 tipos de cerveja.

O restaurante The Cowfish mistura as culinárias americana e japonesa. Tente o burgushi, com fatias finíssimas de bife angus (cerca de US$ 30 por pessoa). No familiar Jimmy Buffett’s Margaritaville, onde animadores circulam sobre pernas de pau, peça o fish and chips (peixe e batatas fritas) com molho jalapeño, a US$ 30 por pessoa, em média. Para encerrar a noite, solte a voz no Rising Star, um karaokê com acompanhamento de banda ao vivo.

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