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História

Adriana Moreira. Felipe Mortara e Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

27 Janeiro 2015 | 03h00

O carnaval chegou ao Brasil em meados do século 17, com o nome de entrudo – uma herança dos portugueses da Ilha da Madeira. Dentro das casas refinadas, a brincadeira era jogar limões de cheiro (bolas de cera perfumada) uns nos outros, mas sem o intuito de machucar. Nas ruas, porém, não era raro terminar em confusão. Jogava-se de tudo: água, farinha, ovos, frutas podres e até urina. 

Por várias vezes, o governo brasileiro decretou a proibição do entrudo, até que, no século 19, vieram os bailes de máscara à moda europeia. Aos poucos, a massa de mascarados, que passava em carroças, começou a atrair a atenção. E os ovos e frutas podres foram substituídos por confete, serpentina e lança-perfume.Já as escolas de samba surgiram como blocos, que se reuniam na Praça Onze, no Rio, nos anos 1920. Em 1935, os desfiles foram oficializados, e assim começou a disputa entre as agremiações no carnaval carioca. 

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