Mônica Nóbrega/Estadão
Mônica Nóbrega/Estadão

Havana em fase de dupla personalidade

Desde que Fidel Castro renunciou à presidência, em 2008, Cuba vive um processo acelerado de mudança. E Havana, uma fase de dupla personalidade: ao mesmo tempo em que lança, acolhe e dissemina novas ideias e estilos de vida, continua sendo a capital menos globalizada de todo o Caribe.

Mônica Nóbrega, Estadão

31 Dezembro 2012 | 15h06

 

Folclóricos Cadillacs e Ladas dos anos de 1950, que se esparramam em fumaça e barulho pelas ruas, e a arquitetura colonial espanhola – prédios em geral semi-arruinados – definem a paisagem da parte mais turística da cidade. Na área de Havana Velha, algum esforço pontual de restauração já se faz notar.

 

Por onde começar. Em Havana Velha estão o Capitólio, gêmeo do americano, a fábrica de charutos Partagas, que recebe visitantes, a Praça de Armas, onde nasceu a cidade, e os museus da Revolução e do Rum. Também ficam no bairro os dois bares que o escritor Ernest Hemingway eternizou na frase “Meu mojito na Bodeguita, meu daiquiri na Floridita”. Vá a ambos para experimentar os drinques. A comida não vale o preço.

 

Espetáculo.O canhonaço das 9 horas (da noite) é um clássico de Havana. Sente na mureta do Malecón, o calçadão à beira-mar, para ver o espetáculo ali adiante, no Forte de São Carlos.

  Outros bairros.Silhuetas de Che Guevara e Camilo Cienfuegos decoram a Praça da Revolução, já fora do centro histórico. No bairro do Vedado, mais novo, a sorveteria estatal Coppelia faz um sorvete apenas mediano – mas o passeio vale pela fama do lugar.

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