Lendas do presídio onde ficou Al Capone

Quer fazer boas fotos da Golden Gate mas não está disposto a pedalar? Se o dia estiver bonito (veja bem: só se estiver bonito), faça um tour de barco. Você pode optar pelos gigantes turísticos da Blue & Gold Fleet (blueandgoldfleet.com), que saem várias vezes ao dia do Pier 39. O percurso contorna a Ilha de Alcatraz e passa sob a ponte antes de retornar.

O Estado de S.Paulo

24 Abril 2012 | 03h09

Para quem tem curiosidade em conhecer Alcatraz, hoje um parque nacional, há cruzeiros que levam para tours pela antiga penitenciária, que funcionou entre 1934 e 1963. É possível conhecer as celas - individuais, com cama, pia e privada -, os jardins floridos e um pouco das histórias do presídio para onde eram mandados detentos de alta periculosidade. O mais conhecido deles, o mafioso Al Capone (1899-1947), foi transferido da penitenciária de Atlanta para a ilha em 1934, e lá ficou por quatro anos e meio.

Segundo Robert Luke, de 84 anos, que ficou preso na ilha entre 1954 e 1959, eram permitidos apenas dois banhos por semana. "Era muito chato. Não se podia fazer nada", diz ele, sem revelar as razões que o levaram à prisão. Durante o tempo em que funcionou o presídio, 36 detentos tentaram escapar - 23 foram recapturados, seis baleados, dois se afogaram e cinco desapareceram. Se foram bem-sucedidos na fuga, é um mistério. O passeio para Alcatraz custa US$ 28 (site: alcatrazcruises.com).

Aqueles que preferem algo mais exclusivo - ou estão em grupos grandes - têm como opção os veleiros, que saem de diversos pontos da marina e fazem tours personalizados pela baía por preços a partir de US$ 15 por pessoa. A Blue & Gold Fleet também faz a travessia de barco para quem quer ir às cidades de Sausalito e Tiburon. /A.M.

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