Luz na passarela

No extremo oposto de Gran

O Estado de S.Paulo

02 Outubro 2012 | 03h11

Roque, a 1h30 de barco,

passando por trechos de mar agitado, Cayo de Água já teve acesso restrito para os

visitantes. Se sua coluna não estiver em ordem, pense bem antes de ir - à tarde, quando os ventos sopram mais forte,

passei quase uma hora de

sacolejo intenso e pancadas no traseiro (amenizado com

toalhas estrategicamente

posicionadas), enquanto a

nossa lanchinha cortava ondas de quase 1,5 metro.

O esforço foi por uma boa

causa: contemplar uma baía com uma palheta de azuis

infinitos e arrecifes de corais no canto esquerdo. E a cereja do bolo: uma fenomenal passarela de areia no meio do mar, que liga Cayo de Água a Punta Coco - se estique ali e sinta a água bater nos dois lados do corpo.

Na volta, há uma parada em Dos Mosquises, que abriga a Estação Biológica da Fundação Científica de Los Roques, onde é possível conhecer uma estrutura semelhante à do Projeto Tamar (ingresso a 10 bolívares fortes ou R$ 4). Caso não dê para conhecer a Laguna Rabusquí, feche com o barqueiro uma parada em Espenquí, também lotada de estrelas-do-mar.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.