Rubens Sprich/Reuters
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Mitos e verdades sobre voos

Quais os riscos reais de uma turbulência? O que são aqueles sinais sonoros que se ouve na aeronave? Contas tudo para você?

Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

20 Junho 2017 | 11h50

Era um voo diurno de São Paulo a Recife, em um dia de tempo bom em fevereiro, quando o avião começou a chacoalhar. O coração acelerou: era a turbulência mais forte pela qual eu já tinha passado. A trepidação parou apenas alguns minutos depois. Aterrissamos tranquilamente na capital pernambucana. Mas a curiosidade persistiu: há riscos envolvidos em situações de turbulência ou a história de que ela não derruba aviões é verdadeira? 

Estatisticamente, os números ajudam a afastar desconfianças. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), o número de acidentes aéreos no País entre 2008 e 2015 foi de 1,33 para cada 1 milhão de decolagens. Mundialmente, o Brasil subiu da 21.ª colocação no ranking de melhor país em segurança operacional da aviação para a 4.ª posição, em 2015.

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Mesmo assim, há muito sobre o funcionamento dos aviões e sobre a dinâmica do trabalho dos tripulantes que, por serem desconhecidos da maioria dos passageiros, acabam alimentando a propagação de mitos e medos. É o caso dos sinais sonoros que vez ou outra nos tiram do estado de sonolência em meio a um voo – quem nunca ficou com a pulga atrás da orelha por causa deles? 

A seguir, dois pilotos respondem perguntas básicas. Daniel Torelli, com 24 anos de experiência, e Paulo Roberto Alonso, comandante e consultor técnico da diretoria de Segurança e Operações de Voo da Abear esclarecem as dúvidas e lembram: boa parte das turbulências não podem ser evitadas. Portanto, o cinto de segurança afivelado durante todo o voo é imprescindível.

 

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