Muito além da simples Pinotage

O país ficou injustamente conhecido pela uva Pinotage, criada lá em 1925, a partir do cruzamento da Pinot Noir com a Cinsault (Hermitage). Mas o país é mais rico - em variedades, climas e solos - que essa simples uva. E produz ótimos vinhos, ensombrecidos pela fama da criatura misturada.

O Estado de S.Paulo

15 Dezembro 2009 | 02h15

Outra virtude do lugar: bons preços. É possível beber brancos refrescantes e medianamente complexos, como os Chardonnays De Wetshof (o Bio por R$ 32,50 e o mais intenso Bon Vallon RS 52, ambos da Mistral). Há uvas do Loire, como a Chenin Blanc, que se deram bem lá (como o Robertson R$ 28 na Vinci) e do Rhône (caso do Signal Hill feito de Grenache, na World Wine R$ 96).

Variedade não falta. Quer um gosto de Bordeaux? Prove o Glen Carlou Grand Classique (Grand Cru R$ 75), corte de Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec e Petit Verdot.

A vinícola Nederburg foi escolhida para produzir os vinhos oficiais da Copa. Talvez dê sorte beber um deles, são três, o Sauvignon Blanc (R$ 31,20), o Rose (R$ 28,20) e o Cabernet (R$ 34,20) na Casa Flora (3327-5199).

E para não parecer implicância com a Pinotage, a sugestão do Kanonkop, com toda a tipicidade da casta (Mistral R$ 95). LUIZ HORTA

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