Lais Katassini/AE
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Na savana, acompanhado por leões

Um assobio chama as leoas Laili e Lewa, de 10 meses, para fora de suas jaulas e as convida a explorar a savana ao lado de turistas curiosos. As duas saem correndo, prontas para aproveitar cada segundo de brincadeiras, que serão observados pelos biólogos do Antelope Park, em Gweru, Zimbábue.

LAIS KATASSINI / GWERU, O Estado de S.Paulo

28 Agosto 2012 | 03h08

O Antelope Park não só dá ao turista a possibilidade de observar leões em seu hábitat, como também de interagir com eles. Fundado em 2005, o parque é uma das principais atrações do país e conta com uma área de 3o hectares dedicada, principalmente, a esses felinos.

O espaço é mantido pela ONG African Lion & Environmental Research Trust (Alert), que desenvolveu um programa para criar os animais em cativeiro e, por fim, soltá-los em reservas africanas, garantindo que serão capazes de caçar por conta própria e de evitar caçadores.

Até as três semanas, os animais nascidos no programa de reprodução do parque ficam com suas mães. Depois, são levados à savana para conhecerem o ambiente. É nesse momento que os turistas têm a maior possibilidade de interação com os felinos.

Os filhotes são acompanhados em um passeio de cerca de uma hora (valor: US$ 30). Os leões com mais de 18 meses são levados para caçar todas as noites. Os turistas acompanham a atividade de dentro de um jipe, responsável por atrair as presas aos filhotes. "Não negamos o aspecto comercial (do projeto), mas, no fim, o que importa é a conservação dos leões", explica o voluntário e gerente do projeto Daniel Mattews, de 28 anos.

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