Nós testamos

É preciso acordar cedo para pegar o voo de Sydney para o Brasil operado pela Qantas (com conexão em Santiago, Chile). O voo sai às 11h25 da manhã - e se você vem de outras cidades australianas, o melhor é dormir perto do aeroporto para não correr riscos.

O Estado de S.Paulo

18 Dezembro 2012 | 02h10

Testei dois hotéis, cada um com seus prós e contras. Pelo booking.com, encontrei o Sydney Airport Hotel, um econômico, de quartos apertados, mas limpos e com TV de tela plana e Wi-Fi, na vizinha Arncliffe. Paguei 89 dólares australianos pela diária (R$ 194), o preço mais em conta para um quarto individual nas imediações. A pegadinha foram os cerca de R$ 65 que gastei de táxi do aeroporto doméstico até lá. Isso porque o hotel fica próximo mesmo do aeroporto internacional. No check-in, o atendente já pergunta se você quer o transfer de R$ 17 para o aeroporto e informa o horário da partida. Ponto positivo.

Fiquei também no Fórmula 1 Sydney Airport (119 dólares australianos ou R$ 260), a dois minutos de van e 10 a pé do aeroporto. Estas, aliás, são suas principais vantagens: cheguei no hotel às 18 horas e pude ir de metrô ao centro do Sydney para jantar. Há transfer de e para o aeroporto (R$ 26 cada), ótimo para quem está cheio de malas.

Não há nada de errado com este hotel, mas é decepcionante saber que ele pertence à rede Accor. Os quartos são apenas ok, altamente impessoais e, pelo menos no que eu fiquei, não tinha sequer um espelho de corpo inteiro - algo que nunca vi em minha vida de viajante. Paredes beges, banheiro com azulejo de promoção que parece cabine de navio. Um hotel mal planejado, um pouco triste e sem Wi-Fi grátis para você afogar as mágoas. Mas para quem vai ficar apenas uma noite, tudo bem. /ADRIANA MOREIRA

Em Sydney, perto

do aeroporto

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