Nós testamos: Viazul, os ônibus para turistas em Cuba

Com uma única opção de empresa aérea, a Cubana, e horários escassos, as viagens domésticas de avião se tornam caras e pouco práticas em Cuba. Os trens não são confiáveis - os atrasos, nas épocas críticas, chegam a ser contados em dias. Restam, para viajantes independentes que não querem alugar um carro, os ônibus da Viazul (www.viazul.cu), que cruzam o país e levam a praticamente todas as cidades nas quais um estrangeiro pode ter interesse.

O Estado de S.Paulo

20 Abril 2010 | 02h46

O site é confiável em relação a horários e preços (em pesos conversíveis, a moeda turística cubana, que vale cerca de US$ 1,10). Ao desembarcar no Aeroporto José Martí, em Havana, o viajante pode adquirir as passagens de ônibus, sem data marcada para as viagens, no guichê da Viazul. Quando decidir embarcar, basta preencher o voucher e apresentá-lo na rodoviária (é aconselhável chegar com antecedência para garantir lugar).

Com tarifas altas para os padrões cubanos, os ônibus são usados quase exclusivamente por turistas. Especialmente mochileiros. Conforto? Os bancos reclinam levemente e há ar-condicionado forte o suficiente para um casaco. O trajeto é um capítulo à parte. Leve comida - as chances de encontrar uma lanchonete na estrada são mínimas. / MÔNICA NÓBREGA

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