Cortesia de Yoko Ono
Cortesia de Yoko Ono

Nova York - John Lennon e Yoko Ono

Nos Estados Unidos, artista plástica e ex- Beatles viveram os últimos anos de uma amor revolucionário, com direito a luta pela paz e trágico fim

O Estado de S.Paulo

06 Junho 2017 | 04h30

"Eu posso ficar sozinho, sem Yoko, mas eu não quero ficar."

--John Lennon para a revista Rolling Stones, em 1970

Fãs dos Beatles colocam na relação entre John Lennon e Yoko Ono a culpa pelo fim da banda. Lennon era ainda casado com Cynthia, sua primeira mulher, quando conheceu a artista plástica em uma exposição em Londres, na Inglaterra. Após esse encontro, por coincidência ou interferência de Yoko, o quarteto fantástico de Liverpool chegou ao fim. Cynthia e John se separam e o cantor mudou-se para Nova York.

 

É inegável como a relação do casal transformou a vida de ambos. Yoko e John viveram um amor revolucionário, com direito a luta pela paz e, infelizmente, um trágico fim. O ex-Beatle foi assassinado no caminho de volta para o seu apartamento novaiorquino, em frente do Central Park. Até hoje o Edifício Dakota é ponto de peregrinação dos admiradores de John Lennon. Mas, além dele, a cidade está cheia de referências a John Lennon

 

No bar McSorley’s Old Ale House (bit.ly/2sjnOm1), o mais antigo de Nova York, os funcionários dividem experiências de John com os visitantes. O cantor estava se cuidando, tinha largado as drogas e o álcool, dizem. Em sua visitas ao bar, gostava de pedir um refrigerante, um sanduíche e ficar apenas observando o movimento. Já no bar Hard Rock Café da Times Square (http://hardrock.co/2qGeY0h), uma exposição mostra os ternos usados pelos Beatles no começo da carreira, e tem também instrumentos e capas de discos autografadas. O espaço conta ainda com um memorial ao cantor.

 

Outro ponto de homenagem fica no Central Park, bem perto do Edifício Dakota. O memorial Strawberry Fields guarda o mosaico com "Imagine", nome da canção clássica da carreira solo de Lenon.

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