O que fazer nas Ilhas Maldivas?

Ano que vem faremos 25 anos de casados e queremos comemorar com uma grande viagem em que as Ilhas Maldivas serão o ponto alto. Queremos ficar num daqueles bangalôs sobre palafitas, mas gostaríamos de um hotel com atividades, porque não gostamos de ficar parados. Vale a pena escolher um hotel aonde se chega de hidroavião, ou melhor um mais próximo do aeroporto, via barco? Queremos ir em março ou abril: há risco de tsunami? Teremos 12 a 15 dias de viagem, gostaríamos de combinar com Dubai e Cingapura. Como fazer? Natália (São Paulo)

RICARDO FREIRE, O Estado de S.Paulo

08 Outubro 2013 | 02h17

Os principais motivos para ir às Maldivas são romance, descanso e mergulho. Quase sempre é possível fazer snorkeling em frente ao seu quarto. Os hotéis organizam expedições de mergulho, piqueniques em ilhotas desertas e visitas a comunidades em ilhas habitadas. Quase todos têm caprichadíssimos spas e oferecem atividades zen como relaxamento e ioga.

Caso você faça questão de atividades convencionais de resort, pode escolher o Club Med Kani, onde encontrará o pacote completo de atividades que caracterizam a rede (migre.me/ghrSf). O acesso é por barco rápido (35 minutos do aeroporto). O estiloso W Maldives também tem um cardápio para quem não quer ficar parado, com hidroginástica, kitesurfe e vela, expedições de pesca e uma completa sala de ginástica (migre.me/ghs6C). Chega-se em barco rápido (2 horas) ou hidroavião (45 minutos).

O típico hotel de luxo das Maldivas, porém, leva o jeito do Cocoa Island by Como: a ênfase é em atividades zen e de bem-estar (migre.me/ghsbl). Chega-se de barco rápido (40 minutos).

A época conveniente para ir é entre novembro e abril. Quanto a tsunamis, a chance de um brasileiro sofrer um acidente dentro de sua casa é maior do que a de pegar uma onda dessas na Ásia.

Envolver Dubai e Cingapura na viagem tornará o roteiro bastante caro. Indo pela Emirates, você aterrissará três vezes em Dubai. Eliminando Dubai, dá para fazer a rota Brasil-Singapura-Maldivas-Istambul-Brasil com a Singapore e sua associada na Star Alliance, a Turkish.

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