Origem mourisca, Gaudí e Barceló na marcante catedral

As altas torres, as sete rosáceas, o museu, as assinaturas famosas: tudo confirma o status da Catedral de Palma de principal passeio na capital de Maiorca. No século 13, em mais um daqueles rompantes de conquistador ávido por mostrar superioridade ao inimigo derrotado, o cristão Jaime I determinou que fosse posta abaixo a Medina Maiurqa, localizada exatamente naquele ponto e cuja origem remetia ao período de 400 anos de dominação dos mouros na região. A catedral atual, concluída em 1587, foi encomendada ao arquiteto Guillem Sagrega (1380-1456). Várias reformas foram feitas, principalmente no começo deste século. Como a que leva a assinatura de Gaudí, responsável pelo polêmico dossel de aço com lâmpadas e tapetes. À esquerda da nave fica a Capela do Santo Pai, decorada por Miquel Barceló, outro destaque no interior do monumento considerado exemplar por alguns e controverso por outros. Todos os dias, até a meia-noite, a Catedral ganha uma iluminação capaz de revelar outros detalhes de suas paredes e portais. A entrada custa desde 4 (R$ 9,30). Mais informações: www.catedraldemallorca.Info.

O Estado de S.Paulo

04 Maio 2010 | 03h49

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