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Paraitinga

Adriana Moreira. Felipe Mortara e Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

27 Janeiro 2015 | 03h00

Além do casario histórico, o diferencial de São Luiz do Paraitinga, a 170 quilômetros da capital, são as marchinhas. Todo ano, nos três sábados anteriores ao carnaval, ocorre o Festival de Marchinhas, que escolhe as principais músicas que vão embalar a folia. Entre os blocos mais tradicionais, Maricota, Barbosa e Juca Telles, que abre os trabalhos na manhã de sábado. 

Em 2014, a cidade de 11 mil habitantes recebeu mais de 150 mil turistas durante a festa – chegando ao limite de sua capacidade. Segundo Eduardo Coelho, diretor de Turismo da prefeitura de São Luiz, a falta d’água não é mais problema. “Há alguns anos não falta água, ainda que tenha aumentado o público. Mas recomendamos que evitem desperdício.” O acesso de carros está restrito a 3.300 veículos diariamente e cada um deve pagar taxa de R$ 50 por dia para estacionar na rua. Depois da enchente de 2010, a cidade já está praticamente reconstruída – a Igreja Matriz São Luiz de Tolosa foi reinaugurada no ano passado. Este ano, a festança terá um patrocinador, que controlará a venda de bebidas e alimentos – para o folião, nada muda. Mais: saoluizdoparaitinga.sp.gov.br.

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