Viagem

Parque Estadual do Jalapão

De cachoeiras a safáris, parque estadual no Tocantis oferece emoções fortes para visitantes

27/10/2016 | 05h00    

Daniel Lisboa, especial para o Estado - O Estado de S. Paulo

Cachoeira do Formiga, no Parque Estadual do Jalapão, em Tocantins 

Cachoeira do Formiga, no Parque Estadual do Jalapão, em Tocantins  Foto: Divulgação

 

Conheça: A Cachoeira do Formiga tem água limpíssima de temperatura agradável, piscina natural e correnteza para todos os gostos (mais forte ou suave). O Jalapão não é só água – é muita terra e poeira também, no melhor sentido aventureiro. Quem gosta de explorar a paisagem com os próprios pés pode escalar a Serra do Espírito Santo. A caminhada até o mirante leva cerca de uma hora e, uma vez lá em cima, o visitante conhecerá melhor a faceta “chapada” do Jalapão, com aquelas formações que lembram a Chapada Diamantina e a dos Veadeiros. A vista é belíssima. Na Cachoeira da Velha, o visitante só olha. Não que isso seja ruim: não dá para se banhar justamente por conta de sua grandiosidade, um espetáculo a se admirar.

Você também pode chamar o Cânion de Sussuapara de vereda, gruta ou cachoeira. O que importa é: essa atração, normalmente uma das primeiras a serem visitadas na viagem, provavelmente já fará o Jalapão ganhar alguns pontos com você. Trata-se de uma fenda de 60 metros de comprimento e 15 metros de altura, com uma queda d’água.

 

Não deixe de visitar: O nome “fervedouros” é estranho, mas justificado. Afinal, imagine piscinas naturais de água doce em que as pessoas não afundam porque as areias estão sempre um movimento? Pois no Jalapão elas existem e são algumas das atrações mais procuradas pelos turistas. O segredo está em um fenômeno chamado de ressurgência hídrica, que ocorre quando rios subterrâneos afloram em certos locais. Há vários fervedouros no Jalapão, e aquele a ser visitado dependerá do roteiro pelo qual você optar (o importante é que, independente do seu peso, você não afundará em nenhum deles).

 

Considere também: A três quilômetros de Palmas, a Ilha Canela está no meio da represa que margeia a cidade e tem 9 mil metros quadrados de praias de água doce. Para chegar lá, basta procurar por um barco que faça o trajeto na marina da Praia da Graciosa. Uma boa opção para quem estiver voltando do Jalapão e for ficar mais de um dia na capital tocantinense.

 

Mirante das Pedras, no Parque Estadual do Jalapão, em Tocantins

Mirante das Pedras, no Parque Estadual do Jalapão, em Tocantins Foto: Pedro Cattony/Korubo

Evite: Se você não tem espírito de aventura, talvez não seja o destino certo. Não há hotéis no Jalapão – os turistas ficam em acampamentos bastante confortáveis, em tendas com camas de armar e refeições incluídas que vão além do lanchinho básico. Ainda assim, as distâncias entre as atrações são longas, e o percurso é feito em solo arenoso (ou, dependendo do programa, há um trecho de rafting). Informe-se antes de ir.

 

Economize: Pelo menos quatro operadoras oferecem pacotes para a região do Jalapão. Normalmente todos incluem as atrações básicas no roteiro, mas há diferenças de percurso e na duração da viagem. Por isso, pesquise as opções mais interessantes para o seu bolso e as suas necessidades.

 

Saiba mais: www.korubo.com.br; www.nortetur.com.br;

www.freeway.tur.br; www.venturas.com.br 


Comentários

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Estadão.
É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Estadão poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os criterios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Você pode digitar 600 caracteres.