PASSEIOS

Escapadas do burburinho verbal

O Estado de S.Paulo

08 Julho 2014 | 02h06

Branquinhas

Paraty já teve mais de 100 alambiques - hoje são apenas sete ativos. De qualquer forma, a região aprendeu com maestria a arte do destilado. Além de produzir a Maria Izabel (mariaizabel.com.br), a melhor cachaça do pedaço, o Sítio Santo Antonio, 8 quilômetros ao norte do centro (km 564 da Rio-Santos), encanta pela localização à beira-mar. Quem oferece uma degustação é a própria Maria Izabel Costa - dá para querer mais? A Paraty Tours (24-3371-1327; paratytours.com.br) faz passeio de jipe de seis horas passando por outros dois alambiques e quatro cachoeiras na Mata Atlântica (R$ 60).

Remem!

Fiorde tropical na costa brasileira, este refúgio natural se caracteriza por um longo e estreito braço de mar que se forma perto de Paraty Mirim e se estende por 8 quilômetros. Ao redor, cadeias de montanhas, manguezais e casas de caiçaras. Para chegar lá, duas opções: de barco ou a pé. O primeiro zarpa da Prainha de Paraty Mirim com destino ao Regato, última comunidade do Mamanguá - inclui paradas para mergulho (R$ 150; interacaoparaty.com). Quem vai a pé precisa estar com o fôlego em dia: o percurso tem duas horas de caminhada, e outras duas remando um caiaque pelo mangue (R$ 130, com transporte).

Riquezas da colônia

À primeira vista ninguém diz que a Biblioteca Municipal Fábio Villaboim (24-3371-1056), no Largo Santa Rita, foi uma prisão. O prédio do século 19 abriga milhares de livros e documentos da época colonial. Outro símbolo do período é o Forte Defensor Perpétuo, de 1703, erguido para proteger o escoamento do ouro da Estrada Real. A Paraty Tours faz visitas de 1h30 por R$ 25, sempre ao entardecer.

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