Mark Whitaker/Visit California
Mark Whitaker/Visit California

Pelos ares, como no circo

Tem coragem de se arriscar no trapézio?

O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2017 | 04h30

A mais de 8 metros de altura, balançando num trapézio, dá até para esquecer do oceano logo ali ao lado. Tampouco se pensa que o chão, logo abaixo da rede de proteção, são as tábuas do Píer de Santa Monica. Não há lona cobrindo o espaço: as aulas de trapézio ocorrem sob o céu azul (ou mesmo nublado). 

A experiência é quase transcendental. Primeiro, aprende-se os comandos para, em seguida, superar o medo de se jogar no vazio. Depois, é preciso dominar o balanço e confiar na força dos braços. Tudo com um cinto, preso por cordas e mais a rede lá em baixo. Ainda assim, a cabeça apaga o contexto e foca apenas na atividade. Nunca vivenciei nada que exigisse tamanha concentração. Após habituar-se ao balanço, chega a hora de ficar de ponta-cabeça em movimento. Até o gran finale: soltar-se do trapézio e agarrar as mãos do instrutor no trapézio ali na frente. Um lindo jogo de balé, em que é preciso sincronia e atenção. Você não esquecerá é da dor na musculatura abdominal nos dias seguintes. Mas terá valido a pena. 

Onde: desde US$ 55 por 2 horas de aula na Trapeze School

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