Punta Arenas

Bem localizada

O Estado de S.Paulo

26 Novembro 2013 | 02h19

Ponto de partida para quem vai desbravar o lado chileno da Patagônia e da Terra do Fogo, Punta Arenas não é uma cidade tão bonita, mas tem seu valor. Um dos passeios clássicos, a apenas 40 minutos do centro, é para a pinguinera Seno Otway, que fica repleta de pinguins-de-magalhães. As aves são observadas de mirantes erguidos na praia. Entrada: US$ 13.

Comer, comer

Não faltam bons restaurantes de peixes e frutos do mar. No La Mar-mita (Plaza Sampaio, 678), o pisco sour (foto) chega geladinho, acompanhados de bolinhos de milho com centolla. No Sotito's Bar (Bernardo O'Higgins 1.138), a centolla - sempre ela - vem quente, gratinada, como entrada. O Damiana Elena (Hernando de Magallanes, 341)

é decorado com móveis antigos.

Carpaccio de carne de guanaco

abre a refeição e, desta vez, a

centolla aparece em uma

panqueca com espinafre.

Mausoléu

Pode parecer estranho, mas o cemitério municipal é uma das atrações locais. Ciprestes cuidadosamente podados se espalham pelas alamedas. Nos mausoléus, os sobrenomes indicam a colonização europeia, sobretudo croata. Imigrantes e marinheiros ficaram por lá quando o Estreito de Magalhães era a principal rota de ligação entre os oceanos Atlântico e Pacífico, antes da abertura do Canal do Panamá, em 1914.

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