Marcos Arcoverde/Estadão
Marcos Arcoverde/Estadão

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Quaresma

Adriana Moreira. Felipe Mortara e Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

27 Janeiro 2015 | 03h00

Antigamente, quaresma era levada a sério. Assim que chegava a Quarta-Feira de Cinzas, cessavam os festejos. Aos poucos, a festa foi se estendendo – nesse quesito, um dos pioneiros atende pelo nome de Bacalhau do Batata, em Olinda. O bloco foi criado por garçons, que queriam aproveitar se divertir na quarta, quando eles finalmente podiam folgar. Hoje, não faltam boas atrações para quem não quer dar adeus à folia. No Rio, o Mulheres de Chico (foto), que homenageia Chico Buarque, faz o estilo concentra mais não sai na Praia do Leme, dia 21, às 15 horas. O Monobloco sai dia 22, a partir das 9 horas, na Avenida Presidente Vargas. 

Em Olinda, o Encontro de Blocos Líricos ocorre sempre no sábado pós-carnaval e é uma viagem ao passado. As famílias capricham na produção, e o desfile ocorre em meio a marchinhas e hinos das agremiações locais. A partir das 19 horas, na Praça XV de Novembro. 

Também é oportunidade de ver as escolas de samba campeãs. Seis delas passam pelo sambódromo do Rio no sábado (21), a partir das 21 horas. Conseguir ingresso é sempre uma aventura. Normalmente, hotéis e agentes de viagem têm à disposição (por um preço não tabelado, claro). Em São Paulo, o Anhembi recebe as agremiações vencedoras na noite de sexta-feira (20), a partir das 22h30. Desde R$ 90: ingressosligasp.com.br.

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