Daniel Silva/ Divulgação
Daniel Silva/ Divulgação

Quase uma miragem em meio ao deserto: Huacachina

Parece coisa de cinema. Ao redor de um pequeno lago se erguem dunas que chegam a 400 metros de altura

HUACACHINA, O Estado de S.Paulo

25 Maio 2010 | 01h56

No árido trajeto entre Nazca e Paracas encontra-se Huacachina, um refúgio turístico em meio ao nada, daqueles que o viajante joga as mãos para o céu em agradecimento por sua existência. De tão bem-acabado, lembra um espaço cenográfico.

Imensas dunas circundam um belo lago, onde casais e famílias passeiam de pedalinho. Ao redor, bares, restaurantes, hospedarias. As montanhas de areia alcançam cerca de 400 metros de altura. Nelas são realizadas etapas do circuito mundial de sandboard, mas qualquer um pode tentar manobras sobre a tábua.  

Atração principal de um recanto famoso por suas águas terapêuticas, cuja origem se explicaria em lendas. A mais difundida diz que uma moça, vestida com um extenso véu, se banhava numa bacia quando foi surpreendida por um caçador. Durante a fuga, o manto transformou-se nas dunas e a bacia, na lagoa. Outra versão diz que, de tanto chorar a perda de seu amado, as lágrimas de uma nativa deram origem às águas no meio do deserto.  

Histórias que ilustram a inventividade de uma gente acostumada a lidar com recursos escassos num ambiente hostil. Capaz até de criar um refúgio tão inacreditável como Huacachina.

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