Ecoação
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Rafting no Rio Jacaré Pepira

Emoção nas famosas corredeiras

Mônica Nobrega, BROTAS / O Estado de S.Paulo

04 Julho 2017 | 04h20

Com o atrevimento dos 6 anos, meu filho decretou que queria, sim, um remo. O superpaciente Gabriel, nosso instrutor no rafting da Ecoação, entregou a ele um exemplar de cabo não tão comprido. Assim, o rapazinho embarcou no bote cheio de si, depois de seguir a risca as instruções dos exercícios prévios de alongamento (e de reclamar um pouco do capacete, indispensável à segurança).

Tínhamos explicado várias vezes que o bote desceria corredeiras. Mas nada preparou o menino para a primeira vez que entramos nas ondas e demos um salto para baixo, no trecho de corredeira conhecido como Maurício, de classe 3 ou 4, a depender da época do ano e do volume de chuvas – no verão chove mais. O Rio Jacaré Pepira tem corredeiras de classes 2 a 4, o que significa nível das águas até 3,5 metros de altura.

A sequência de corredeiras nos cerca de 7 quilômetros de percurso do rafting foi um festival de risadas, gritos e expressões de assombro pelo tamanho de cada “cachoeira” que o bote descia, especialmente do meio para o fim do percurso, quando chegamos ao 1º Salto, de classe 4. Do remo, ele desistiu logo, e rapidamente aprendeu a obedecer ao comando de sentar no fundo da embarcação quando uma corredeira mais forte se aproximava. O resto foi diversão – e molhadeira, algo que criança costuma achar muito engraçado.

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