Victor Collor
Victor Collor

Table Mountain e outras maravilhas da Cidade do Cabo

Cidade garantiu o sabor urbano, jovem e descolado ao roteiro

Sofia Patsch, CIDADE DO CABO / O ESTADO DE S.PAULO

25 Julho 2017 | 04h28

Chegamos à Cidade do Cabo após uma semana de viagem pela África do Sul. A charmosa cidade-mãe, como foi carinhosamente apelidada por seus moradores, é cercada por belas paisagens, incluindo a onipresente Table Mountain, que pode ser admirada de praticamente qualquer ponto que se esteja. A montanha é considerada uma das sete maravilhas naturais do mundo e ostenta, de fato, uma beleza impressionante. 

O clima da cidade é um tanto instável: o céu pode estar aberto e fechar subitamente, portanto, é sempre bom estar atento para não perder a oportunidade de visitar a Table Mountain. Para chegar ao cartão-postal da Cidade do Cabo é preciso pegar um bondinho (como o do Pão de Açúcar, no Rio). A vista lá de cima vale a aventura: deslumbrante. Para os mais destemidos, a volta pode ser feita de asa-delta e ou parapente.

Outro ponto turístico essencial da cidade é o porto Victoria & Alfred Waterfront. Ali é possível encontrar muitos restaurantes, museus, shoppings, marcos históricos e atrações para toda a família, como a roda-gigante de 50 metros de altura. É do porto que saem os barcos para visitas à Robben Island, onde fica a famosa prisão na qual Nelson Mandela passou 18 anos encarcerado – hoje desativada e que mantém, intocada, a cela do ex-presidente sul-africano.

A Cidade do Cabo também é a base para se visitar o famoso Cabo da Boa Esperança, a 50 quilômetros de distância por uma estrada com paisagens exuberantes do Parque Nacional da Península do Cabo. 

O cabo é citado por navegantes desde o século 15 por ser o meio do caminho entre o Ocidente e o Oriente, e ostenta também um belíssimo pôr do sol. Atualmente, há alguns excelentes beach clubs no local. Destaque para Camps Bay, a praia mais procurada da região, onde se pode tomar um drink enquanto se aprecia o horizonte azul. 

Lado errado. Na África do Sul, o sistema de direção é a mão inglesa. Por isso, se você não tem muita familiaridade em dirigir no “lado errado” do carro e das vias: contrate um serviço de transfer. Optamos pelo Kobo Safaris (kobo-safaris.com), que nos levou para todos os passeios de forma confortável e segura, com direito a um guia que nos contou histórias sempre intrigantes dos lugares por onde passávamos, o que deixou a viagem culturalmente muito mais rica. 

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