República Dominicana além de Punta Cana

República Dominicana além de Punta Cana

Mari Campos

20 de novembro de 2019 | 09h49

Passei a última semana todinha na República Dominicana – mas isso não quer dizer que fiquei a semana toda dentro de um resort em Punta Cana. Muito longe disso. O foco desta vez foi ver na prática que o país tem muito mais a oferecer do que apenas os mega resorts do balneário mais famoso do Caribe entre os brasileiros.

Foto: Mari Campos

Para começo de conversa, voei a Santo Domingo (com a Copa Airlines, escala rápida no Panamá) e passei ali os primeiros dias, conferindo as lindezas arquitetônicas que o centro histórico da capital dominicana tem. Recomendo muito a estadia na cidade por pelo menos uma noite – e, se puder, duas. A cidade mais antiga das Américas tem uma lista extensa de patrimônios tombados e prédios históricos,  e é preciso tempo para ver tudo com calma.  Temos ali a primeira catedral do continente, a primeira universidade, fortalezas bem conservadas, ruelas cheias de charme, casinhas coloridas, ruínas pré-colombianas. Há ainda fábricas de charutos, galerias de arte, lojinhas de artesanato e outras lindezas.

Foto: Mari Campos

Ficar hospedado bem no centrinho histórico é fundamental para poder curtir a cidade também à noite, quando suas ruas e calçadões se enchem de mesinhas e cadeiras dos muitos bares e restaurantes da cidade. Eu fiquei no charmoso Hodelpa Nicolas de Ovando, que ocupa um imenso casarão colonial, e gostei bastante. Há também dois rooftops bem charmosos – um bem em frente à catedral e outro na Plaza España – para quem curte bons drinks com vistas panorâmicas. Nos arredores, vale visitar o Parque Natural Tres Ojos, composto por cenotes protegidos – muito bonitos, mas nos quais não se pode mergulhar.

Depois, passei alguns dias montando em base na linda La Romana, uma região de praia que conta não apenas com praias tipicamente caribenhas, como também atrações históricas (como Altos de Chávon, uma cidadela antiga que reproduz uma vila italiana medieval), golfe e funciona bem como ponto de partida para os passeios de um dia à ilha Saona – que eu recomendo MUITO que sejam feitos de forma privativa. Os passeios em grandes catamarãs são bastante complicados, deixam pouco tempo para curtir a ilha e ainda acabam deixando o viajante na pior parte dela. É mais negócio fazer o seu próprio passeio particular – há ampla oferta de lanchas rápidas para isso e você pode acertar os detalhes do passeio na própria recepção do seu hotel. Em La Romana fiquei hospedada no belo Casa de Campo, uma propriedade imensa que mistura hotel e villas e faz parte dos seletos portfólios da Leading Hotels of the World e da Preferred Hotels. Ótimos quartos, excelente serviço e ainda uma incrível oferta de bares e restaurantes das mais diversas cozinhas.

Foto: Mari Campos

Curti muito também as belas praias de Playa Blanca (com o melhor beach club/restaurante de toda a viagem), imperdível, e a deserta Playa Macao, queridinha dos surfistas (mas nesta recomendo olho vivo com a única barraquinha de praia, que se vale da situação privilegiada para cobrar preços exorbitantes).  E para não dizer que deixei Punta Cana de fora, montamos base ali nos dois últimos dias no all-inclusive Dreams Punta Cana, que tem uma das maiores piscinas de todo o Caribe. Apesar de Punta Cana ser famosa para o turismo de massas, é possível encontrar uma opção mais confortável por lá também: o Dreams conta com uma opção Preferred que dá acesso a amenidades diferenciadas, bebidas premium, frigobar incluído, consumo em todos os restaurantes da propriedade e, o pulo do gato, um lounge exclusivo dentro do hotel e também um beach lounge exclusivo na praia, com cabanas e serviço diferenciado.

Uma semana redondinha curtindo diferentes cantos de um país bastante diverso, que vai muito além dos resorts de Punta Cana. As dicas mais legais do que fiz por lá estão salvas nos destaques do meu instagram @maricampos. Vou contar os detalhes da viagem lá no MariCampos.com.

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