Ensaio sob as luzes de Manaus
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Ensaio sob as luzes de Manaus

Adriana Moreira

17 Dezembro 2013 | 02h20

Em destaque por ser uma das sedes da próxima Copa, a cidade revela a herança dos tempos áureos da borracha e sua relação orgânica com os rios ao olhar do fotógrafo Tiago Queiroz

Os olhos falam
O barco para Tefé estava pronto para zarpar do porto de Manaus – uma viagem de até 36 horas. Sem falar, a mulher assentiu com os olhos em ser fotografada. Feita às 6h15, a foto aproveitou a luz do amanhecer.


De barão
Do fim do século 19, o Teatro Amazonas remete à Manaus dos barões da borracha. Há visitas (R$ 10; 92-3622-1880) de segunda-feira a sábado. Registrá-lo à noite pede câmera com alto controle de ISO e tripé.

Rio oceânico
O pôr do sol no Rio Negro, de dimensões oceânicas, é das coisas mais lindas em Manaus. Do porto Manaus Moderna (portodemanaus.com.br) saem voadeiras para povoados longínquos. O enquadramento incomum valoriza a foto.

Paris selvática
Reaberto após sete anos, o Mercado Adolpho Lisboa foi erguido no período áureo da borracha sob inspiração do Les Halles, de Paris, em estilo art nouveau. O melhor horário para fotografá-lo é de tarde, banhado pelos últimos raios solares.

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