Hambúrguer de cordeiro e outras calorias diletas
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Hambúrguer de cordeiro e outras calorias diletas

Fabio Vendrame

18 Fevereiro 2014 | 03h50

Cardápio variado e cerveja artesanal no Gordon Biersch – Foto: Daniel Trelli/Estadão

WASHINGTON

Como capital internacional que é, Washington tem de saciar os gostos de milhares de funcionários de embaixadas de todo o mundo. Há desde restaurantes franceses caros a especializados em comida etíope, passando por lanchonetes americaníssimas.

O Del Frisco’s Grille, na Avenida Pennsylvania, a três quarteirões da Casa Branca, é um pouco a mistura de tudo. Tem pizzas, saladas, sanduíches e os steaks que não podem faltar, mas eles também aproveitam a proximidade de Washington da Baía de Chesapeake, em Annapolis (leia na pág. 12) famosa por seus caranguejos, para oferecer frutos do mar. Mas o essencial é pedir de entrada um egg roll de carne apimentada e mostarda (US$ 11).


O Gordon Biersch, que fica na mesma quadra do Teatro Ford, onde Abraham Lincoln foi assassinado em 1865, tem um cardápio variado até demais e sua própria cervejaria. Do salão dá para ver os tanques de onde saem seis tipos da bebida, entre elas a amarronzada e delicada Marzen, parceria perfeita com um hambúrguer malpassado de Kobe com cheddar envelhecido (US$ 13,95).

Outro sanduíche bom (e mais caro) está no Bourbon Steak, dentro do Four Seasons, com a marca do chef celebridade Michael Mina. O local, que já recebeu o casal Obama, é famoso pelas carnes e pelos hambúrgueres, como o de cordeiro (US$ 19). Também merece destaque o trio de batatas fritas feitas no óleo de pato, servidas em três mini porções, cada uma com um tempero e um molho particular (US$ 7).

À francesa. Para uma refeição menos americana, há o Ici Urban Bistro, dentro do Sofitel na Praça Lafayette. Parece quase um insulto comer em um lugar tão francês a 400 metros da Casa Branca, mas o desconforto passa logo, assim que as entradas e o Chardonnay chegam. Agora é uma boa hora para interromper a maratona de steaks da viagem – e o pipette rigate com gouda, cogumelos e avelãs (US$ 23) mais do que cumpre o prometido. No fim, do jeito mais francês possível, uma seleção de queijos encerra o jantar.

Mas, se o turista brasileiro ficar com muita saudade da comida de casa, há uma Fogo de Chão logo ali, na Avenida Pennsylvania. Como sempre, o restaurante se orgulha do “gaucho way” de preparar carne e o esquema é de rodízio (US$ 34,50 o almoço e US$ 51,50 o jantar). /D.T.

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