Nós testamos: por dentro do Copacabana Palace
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Nós testamos: por dentro do Copacabana Palace

Adriana Moreira

23 Março 2016 | 15h02

Copacabana Palace - Divulgação

Copacabana Palace – Divulgação


Por Adriana Moreira

RIO DE JANEIRO – Em seus quartos já dormiram Santos Dumont, Mick Jagger, Nelson Mandela e Tom Cruise. Hospedar-se no Copacabana Palace, inaugurado em 1923, é como entrar em um grupo restrito. Pudera: com diárias a partir de R$ 1.895 o casal, não é, de fato, um programa para qualquer bolso.

A boa notícia é que há várias maneiras de curtir o hotel sem precisar se hospedar. Ao lado da piscina, o restaurante Pérgula tem cardápio à la carte, mas é bastante disputado no brunch de domingo, das 13 às 16 horas. Custa R$ 220 por pessoa e inclui bufê com frios, pratos quentes, queijos, risotos e sobremesas, além de água, sucos e espumante. Pode apostar que vai ter alguém famoso ali.


Com uma estrela no Guia Michelin, o MEE só abre para o jantar e tem menu asiático, criado pelo chef-celebridade Ken Hom em parceria com o chef Kazuo Harada – uma sommelier de saquês é responsável por harmonizar os pratos e as bebidas. Entre os destaques, sashimi de vieiras com trufas negras (R$ 49) e costela de wagyu (raça de boi originária do Japão) com purê de kabochá (R$ 78).

Mas se você faz parte do seleto grupo que pode se hospedar em um dos 241 apartamentos e suítes desse patrimônio histórico, espere muitos mimos. São 2,5 funcionários por quarto, além de chocolate no travesseiro, Havaianas de brinde e frutas na piscina – que fica aberta 24 horas. Não se preocupe com o barulho: os vidros são antirruído.

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