Profissão antiga, museu novo
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Profissão antiga, museu novo

Fabio Vendrame

11 Fevereiro 2014 | 02h50

Visitantes podem se colocar nas vitrines – Foto: Evert Elzinga/AP

AMSTERDÃ

A capital holandesa continua a fazer jus à fama de vanguardista. Semana passada, foi inaugurado em Amsterdã o primeiro museu da prostituição de que se tem notícia. Fica, obviamente, no Red Light District, famoso pelas 900 profissionais que se exibem em suas 276 vitrines. Por 7,50 euros (R$ 24,50), ganha-se acesso aos bastidores dessa rotina no Red Light Secrets – Museum of Prostitution.

A ideia, diz Ilonka Stakelborough, criadora da Fundação Gueixa, que protege os direitos dessas profissionais, é “dar ao público uma visão do mercado do sexo, sem idealizações românticas nem estigmas”. E fornecer informação sobre o tráfico de mulheres e denunciar cafetões.


Dá para se colocar na vitrine, ver um documentário sobre a profissão, uma mostra sobre a evolução do vestuário das prostitutas desde 1929… Ao final, você pode revelar suas fantasias e pecados num confessionário. / COM EFE