Se é para ficar no escuro…
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Se é para ficar no escuro…

Carla Miranda

11 Novembro 2009 | 13h55

Que me desculpem os claustrofóbicos, mas o apagão de ontem só reforçou uma ideia antiga. Se é para ficar no escuro, que seja com propósito definido. E não por uma infeliz mistura de temporal e algo mais que nunca ninguém vai confessar. O breu numa caverna do Petar (SP) ou de Waitomo (Nova Zelândia) tem muito mais atrativos que o cárcere privado em um prédio de Perdizes, provocado pelo blecaute. Alguma dúvida?


Comece conferindo o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), entre Iporanga e Apiaí, no interior paulista.

Lambari de Baixo - J.F. Diório/AE

Lambari de Baixo - J.F. Diório/AE

E complete o roteiro paulista com a Caverna do Diabo, em Eldorado, ótima para iniciantes, crianças e idosos. Entrada a R$ 10.

Caverna do Diabo - J.F. Diório/AE

Caverna do Diabo - J.F. Diório/AE

Em Marmaris, na Turquia, estivemos na Phospherous Cave. Só mesmo de barco para chegar à pequena caverna numa montanha cravada no mar.  

Phospherous Cave - AE

Phospherous Cave - AE

A Jeita Grotto, no Líbano, a 20 quilômetros de Beirute, virou um sonho de consumo. Repare no azul celeste da chamada Lower Cave.

Jeita Grotto, em todo seu esplendor - Mohamed Azakir/REUTERS

Jeita Grotto, em todo seu esplendor - Mohamed Azakir/REUTERS

Nosso roteiro segue para o sudeste da China, mais precisamente para Guilin. Lá está a Caverna da Flauta de Bambu, ou Ludi Yan.

Caverna da Flauta de Bambu - AE

Caverna da Flauta de Bambu - AE

Para fechar com estilo, Waitomo, na Nova Zelândia. 

A maravilhosa Waitomo - Adriana Moreira/AE

A maravilhosa Waitomo - Adriana Moreira/AE

Isso é o que chamamos de escuridão com propósito.