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A conquista da Lua 2

Mr. Miles

17 de julho de 2019 | 16h11

The moon is a balloon
 
Dando sequência à serie de escritos sobre a Lua, que apesar dos incrédulos, parece mesmo ter sido alcançada há 50 anos, I’m always asking: why the moon? Já naqueles idos do século passado, sabíamos que o satélite não tinha vida e servia apenas para os namorados — o que, by the way, já significa muito. Mas minha queridíssima Shirley MacLane disse, um dia, que The moon is a balloon (A lua é um balão) e, indeed, nunca foi mais do que isso. Um balão com crateras que lembram um queijo apetitoso, nothing more.
Algumas pessoas acreditavam, no momento em que a nave vagava pelo espaço, em um 17 de julho como hoje, que o objetivo não poderia ter sido mais nobre: fazer do satélite que fica a 384 mil quilômetros da Terra um trampolim para alcançar novos horizontes, quiçá belos e povoados por seres amistosos. Era, I must say, uma expectativa duvidosa mas idealista. Os mais ambiciosos já falavam em Marte, Júpiter ou Neturno. Os apaixonados, however, sempre quiseram manter a nossa galáxia na rota dos sonhos, de modo a usarem-na em sua imaginação.
Unfortunately, as you know, foi apenas uma conquista vã, que custou a vida de gente e toneladas de libras esterlinas (dólares, em tradução norte-americana) com o único objetivo de exibir a vitória em uma corrida sem sentido. Prova disso é que ninguém mais avança na busca do espaço — exceto Richard Branson, meu compatriota um tanto biruta.
I don’t understand: se era uma corrida porque não deixaram que ela ocorresse em um circuito neutro — Silverstone, por exemplo?
Quero lembrar a todos vocês, meus queridos leitores, que, tendo percorrido o dobro desses 384 mil quilômetros, ainda me sinto distante de ter visto sequer um pedaço desse planeta chamado Terra que, by the way, pode ser completamente vasculhado sem o auxílio da Nasa. Basta que cada um de vocês resolva tornar-se um Neil Armstrong e dê o próximo passo. O bom do horizonte é que há sempre algo novo atrás dele. E cada passo que você der em sua direção será, of course, um grande passo para a Humanidade.
 
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