As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Como agir no Egito

Mr. Miles

09 de agosto de 2019 | 12h56

Well, my friends: o calor é sufocante, mas não pude deixar de ver o casamento de meu amigo Ibrahim Alquiri aqui no Egito. Aproveitamos — Trashie e eu — para voar até Luxor e viajar pelo Nilo que, my God, dá sinais de evaporamento. Viajar para o Egito é uma das grandes venturas de todos os tempos. Os vestígios do passado estão por toda a parte e, se você pudesse andar com uma pá, certamente encontraria civilizações perdidas em cada canto. Nós mesmos — shame o nus! — já o fizemos no passado. However, é fácil perceber que os locais não se importam com o passado. Até porque o passado dos egípcios de hoje não tem nada em comum com o dos egípcios dos faraós. In fact, os seguidores de Alá desprezam os politeístas de milênios atrás, que adoravam Hórus, Osires e tantos outros deuses.

O resultado desse desamor é que existem milhares de egípcios vendendo pedaços de pirâmides e templos sagrados para viajantes incautos. Quase todos, thank God, são falsos. Mas e se forem verdadeiros? Take care: eles vão te puxar, vão falar com você em mil idiomas, vão recorrer a truques desonestos. I’m sorry to say, mas a solução é desprezá-los. E nunca, em hipótese alguma, permitir que seu olhar cruze com um deles. Do you know what I mean?