Bergen

Cosmopolita e artística

Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

05 Maio 2015 | 03h00

BERGEN - Nenhuma bebida é tão comum na Noruega quanto o suco de maçã. Mas não se engane pelas garrafas vendidas nos mercados. O gosto é outro quando se experimenta um feito na hora, com a fruta colhida aos seus olhos.

Saindo de Hardanger, na Rota 7, a 90 minutos de Bergen, paramos na fazenda Steinsto (steinsto.no) para fazer uma boquinha. Há oito gerações a família investe no pomar e na produção de geleias e sucos. Também servem almoço e jantar diariamente de junho a outubro (não dispense a torta de maçã).

Jovem e artística. Bergen, assim como Oslo, nos faz voltar do mergulho profundo na natureza. A segunda maior cidade da Noruega é descolada em suas construções, tem comidas de todos os tipos e respira arte dentro e fora de seus museus.

“Bergen, pela localização costeira, sempre esteve mais próxima dos outros lugares”, conta a guia Julie. Isso, e o fato de ser uma cidade universitária, contribuem para seu clima leve (apesar da incessante chuva) e cosmopolita.

É indispensável conhecer parte do Kode (kodebergen.no). O complexo de museus ocupa um lado inteiro do lago Lille Lungegardsvann, no coração da cidade, com mostras da arte clássica à contemporânea. A entrada custa 100 coroas (R$ 39), mas fica grátis com o Bergan Pass. 

Se a chuva der uma trégua e o tempo não estiver nublado, embarque ao lado de locais no funicular que leva ao disputado Monte Floyen (floyen.no). Os bondes do Floibanen saem a cada 15 minutos e custam, ida e volta, 85 coroas (R$ 33). Mais: visitbergen.com.

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